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Como escolher as plantas certas para a casa sem prejudicar os pets?

Cultivar plantas em ambientes internos ganhou muitos adeptos, principalmente nesse período de isolamento social, porém, os animais de estimação são curiosos e podem acabar ingerindo plantas tóxicas para eles

Sérgio Dias - Especial para o Hojemais Araçatuba
30/05/21 às 11h30

As plantas transformam um ambiente e é uma tendência que tem crescido cada vez mais entre os moradores dos grandes centros urbanos.

Cultivar plantas e flores nos ambientes internos ganhou muitos adeptos nos últimos anos, principalmente durante o período de isolamento social, trazendo uma valorização estética e aconchego para o lar, além de ser uma atividade terapêutica.  

Mas aqueles que gostam de conviver com a natureza em casa e são tutores de pets, sabem que muitas vezes eles são curiosos e adoram farejar, explorar e comer as plantinhas. E como escolher as espécies certas para não prejudicar cães, gatos e outros animais domésticos?

Com a Ivonete Canoba, consultora de floricultura, preparamos uma lista com plantas que não causam problemas se ingeridas ou inaladas por animais e outras que devem ser mantidas longe do seu alcance. 

(Banco de imagem)

Samambaia-americana

A tradicional planta se encaixa bem como planta pendente dando um aspecto exótico à casa sem fazer mal aos animais. “Ela funciona bem em cuias e vasinhos pendurados e adora luz indireta, ou filtrada, nas horas mais amenas do dia. Não suporta muito frio, por isso é perfeita para interiores”, comenta Ivonete.

Peperômias

As plantas dessa espécie, entre elas a peperômia-melancia, paperata, scandens e raindrop, são perfeitas para quem busca um toque mais tropical no ambiente e não são tóxicas para os bichinhos.

As folhas redondas, com tonalidades vivas, criam um elegante contraste em qualquer ambiente. “Uma das mais valorizadas no momento é a peperômia-raindrop, nativa das beiras dos rios da Ásia. Ela consegue ficar saudável dentro de residências e surpreende pela beleza”, explica a especialista. 

Maranta Zebrina

Uma das queridinhas dos adeptos de plantas em casa, é uma espécie de fácil cultivo, aguentando temperaturas de até 16 ºC e bem adaptável a qualquer ambiente. Ela prefere um local bem iluminado, mas não tolera o sol direto. O solo deve ser mantido úmido durante o verão, sem nunca deixar completamente seco. 

“A nutrição pode ser dada a cada duas semanas durante a estação de crescimento da primavera ao outono, sem nenhum suplemento durante o inverno. Para dar às folhas uma umidade agradável, pode ser regada com água morna sempre que possível”, detalha Canoba. “As Marantas Makoyama, Rufibarba e Burle Marxs também são seguras para ambientes com pets”, complementa.

(Foto: Divulgação)

Calathea Trialstar

Garantia de beleza e personalidade, essa planta tem folhas com cores bem características que se destacam no ambiente e não fazem mal para os pets.

Devem ser mantidas à meia sombra e preferem luz média, a luz solar intensa torna as folhas murchas e as margens secas e castanhas.

“Podem ser regadas todos os dias, mas moderadamente. Durante o período de crescimento ativo a rega deve ser abundantemente para manter a terra completamente úmida. Durante o período de repouso invernal deve-se regar escassamente, deixando que a metade superior da mistura seque entre duas regas”, finaliza a especialista.



Deixe longe dos seus pets

As espécies que devem ser mantidas fora do alcance dos pets são: costela-de-adão, lírio-da-paz, jibóias, comigo-ninguém-pode, espada-de-são-jorge, copo-de-leite e kalanchoe

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