Depósito
Como a Polícia Militar Ambiental não conseguiu doar os equinos a alguma ONG e nem mesmo para a Prefeitura, eles foram depositados ao próprio advogado, que será responsável pelos cuidados com eles.
Quanto aos que morreram, eles foram recolhidos pela equipe da Sosp (Secretaria Municipal de Obras e Serviços Público) e levados para o aterro sanitário.
Negou
O advogado esteve na delegacia na tarde desta segunda-feira e negou que os animais estivessem em condições de maus-tratos. Ele contou que arrendou a fazenda pelo período de um ano, prazo que vencerá em fevereiro.
No local são mantidos cavalos, burros, jumentos e mulas e, de acordo com ele, devido à pandemia, não tem ido muito à propriedade.
Vizinho
Entretanto, o investigado alegou ter feito um acordo com um vizinho, do qual seria amigo de longa data, para que ele alimentasse os animais diariamente.
Segundo o advogado, por semana são colocados dez fardos de feno de tamanho grande para alimentar os equinos e diariamente o vizinho vai à fazenda verificar alguma necessidade para os animais.
O investigado alegou ainda não saber o motivo da denúncia, sob argumento de que devido à seca, outros animais haviam morrido, inclusive por picada de cobra.
Sobre a água servida aos animais estar suja, o advogado disse que a bomba havia apresentado problemas no domingo, mas este teria sido resolvido nesta segunda-feira.
