A Polícia Militar de Araçatuba (SP) prendeu na tarde de quarta-feira (14), um casal acusado de furtar um celular em um restaurante na rua do Fico. Os acusados já haviam vendido o aparelho a um comerciante no Camelódromo e ele também foi preso por receptação.
Segundo a polícia, a vítima tem 48 anos e estava com celular Motorola G8 no restaurante. Ao perceber o furto, ele passou a acompanhar à distância o casal investigado e foi encontrado pelos policiais na rua Rosa Cury, próximo ao restaurante Bom Prato, do governo do Estado.
A vítima descreveu os autores como sendo um homem branco de barba e uma mulher branca e magra, que tinha várias tatuagens. Ele também descreveu as roupas usadas pelos investigados e a polícia conseguiu abordar o homem de 42 anos próximo à antiga estação ferroviária.
Confessou
Ao ser questionado ele teria confessado o furto do celular, mas disse que o havia repassado à mulher dele, que tem 39 anos, foi localizada no Campo do Ferrinho, um campo de futebol localizado na rua Rosa Cury, próximo ao pronto-socorro municipal.
Ao ser abordada ela alegou que estaria fazendo uso de droga no local e negou o furto do aparelho. Porém, durante a entrevista acabou confessando e contou que o havia vendido ao comerciante que possui loja em um dos boxes no Camelódromo.
Receptação
O comerciante, que tem 43 anos, confirmou que havia comprado o celular de uma mulher com tatuagens, pagando R$ 50,00. Ele alegou que um conhecido havia perdido um aparelho da mesma marca e modelo e pedido para “segurar” se acaso alguém aparecesse oferecendo.
Ainda de acordo com o comerciante, como ele não conseguiu contato com esse conhecido, decidiu comprar o aparelho para “não perder a mulher de vista” , sem perguntar a procedência.
A vítima reconheceu o celular como sendo o que havia sido furtado e, ao ligá-lo, ele ainda estava com as configurações deixadas por ela. O casal também foi reconhecido como sendo o autor do furto.
O comerciante também reconheceu a mulher como sendo a que vendeu o aparelho e os três foram levados para a delegacia. Eles tiveram as prisões confirmadas pelo delegado plantonista e após serem ouvidos permaneceram à disposição da Justiça.
