Carlos Eugênio, 47 anos, morador no bairro Dona Amélia, em Araçatuba (SP), foi encontrado morto na tarde de domingo (8), em uma residência na rua Do Fico. Segundo a polícia, ele estava com uma faca cravada nas costas e já estava sem vida quando foi localizado.
O corpo foi encontrado por uma auxiliar de enfermagem que faz trabalho social ajudando dependentes químicos que costumam frequentar a residência, que fica no bairro São Joaquim, e está abandonada.
Os policiais militares que foram acionados por ela relataram que o cadáver estava rígido e com a faca cravada nas costas. Após a Polícia Civil ser informada, equipe da DH/Deic (Delegacia de Homicídios da Divisão Especializada de Investigações Criminais) foi ao local e acompanhou a perícia realizada pelo Instituto de Criminalística.
Desaparecido
Segundo a polícia, ao ser encontrada, a vítima não portava documentos, mas no chão, próximo ao corpo, foi localizado um título de eleitor no nome dela. O cadáver foi encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) para exame necroscópico, onde também foi feito o reconhecimento por familiares.
Um irmão da vítima disse que Eugênio morava sozinho e havia saído de casa no início da noite anterior dizendo que iria dar uma volta. Segundo o que foi informado à polícia, ele tinha o hábito de frequentar a praça João Pessoa, conhecida como “500 Anos” , e a praça Getúlio Vargas, na frente do plantão policial.
Identificação
Segundo o irmão de Eugênio, ele costumava voltar para casa por volta das 23h, no entanto, não retornou. Diante do desaparecimento, o pai adotivo da vítima esteve no pronto-socorro e na Santa Casa e foi informado que uma pessoa havia sido esfaqueada, sendo orientado a procurar o IML para o reconhecimento.
Ainda segundo o que foi informado à polícia, Eugênio sofria de transtorno bipolar e esquizofrenia, mas era clamo, pois fazia tratamento com medicamentos controlados. O caso foi registrado como homicídio e um inquérito será instaurado
