Um homem que não teve a identidade divulgada está sendo investigado pela Polícia Civil de Birigui (SP), acusado de apropriação indébita, por deixar de pagar pelas mensalidade de um celular alugado e tentar vender o aparelho, que foi recuperado.
Segundo o que foi apurado pela reportagem, o iPhone 15 Pro foi alugado de uma empresa com sede em Belo Horizonte (MG), pelo valor de R$ 6.742,00 por um ano. Entretanto, o homem que contratou o serviço pagou apenas as três primeiras mensalidades, no valor de R$ 509,70 cada, e suspendeu os pagamentos.
Apesar das diversas tentativas de cobrança, inclusive com notificação extrajudicial, o aparelho não foi restituído e representante da empresa vítima registrou um boletim de ocorrência de apropriação indébita.
Encontrado
O caso passou a ser investigado pelo 1º Distrito Policial de Birigui e o delegado Ícaro Oliveira Borges representou pelo mandado de busca e apreensão, que foi expedido pela Justiça e cumprido nesta terça-feira.
Ainda de acordo com o que foi apurado, o iPhone foi localizado e apreendido. E ao analisar o conteúdo, com ordem judicial, a polícia encontrou troca de mensagens, na qual o investigado oferece aparelho em venda para um estabelecimento comercial em Birigui, mas a empresa não aceita.
A polícia já comunicou a empresa locadora sobre a localização do celular, que será devolvido e o inquérito será instaurado para investigar o crime de apropriação indébita, que prevê pena de 1 a 4 anos de prisão em caso de condenação.
Furto
Em outro cumprimento de mandado de busca, a equipe do 1º Distrito Policial não conseguiu encontrar um celular Redmi 14C que foi furtado e habilitado posteriormente com linhas em nome de um jovem e da mãe dele, respectivamente.
Os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão na casa dessa família, mas durante a diligência, foram encontrados indícios de que mãe e filho tiveram os dados pessoais utilizados indevidamente.
Nesse caso, o inquérito também seguirá tramitando e a polícia seguirá trabalhando para identificar os autores do furto e da possível fraude, para a possível responsabilização criminal.
