Primo
Chegando ao local indicado, os policiais encontraram um carro com as mesmas características estacionado e havia um homem dormindo dentro do veículo. Ele foi acordado e identificado com sendo um primo do pai da menina.
A testemunha apresentava sinais de embriaguez e não soube sequer informar o próprio endereço, alegando que havia se mudado para o local havia pouco tempo.
Questionado, ele afirmou ter testemunhado o atropelamento e apontou o pai da menina como sendo a pessoa que dirigia o carro.
Confessou
O pedreiro inicialmente negou a acusação, mas segundo a polícia, em seguida confessou o crime. Ele foi submetido ao teste do bafômetro, que apontou 0,31 miligrama de álcool por litro de ar alveolar. O limite para a prisão em flagrante por embriaguez ao volante é 0,33 miligrama.
Também foi constatado que o pedreiro não é habilitado para conduzir veículos e que o carro está com a documentação vencida, por isso, ele foi recolhido após realização de perícia pelo Instituto de Criminalística de Penápolis.
Liberados
O pai da vítima e o primo dele foram levados para o plantão policial de Penápolis, mas foram liberados sem prestar depoimento, pois estavam embriagados. Foi colhida a versão dos policiais militares que atenderam a ocorrência e o caso será encaminhado à Delegacia de Glicério, responsável pela instauração de inquérito.
A polícia confirmou que a menina teve o braço direito decepado. Devido à gravidade dos ferimentos, ela foi transferida para a Santa Casa de Araçatuba.
A assessoria de imprensa do hospital informou na manhã deste domingo (26) que ela permanecia internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Pediátrica. Por enquanto não há informações sobre o estado de saúde da paciente.
