Polícia

Polícia Civil prende acusado de atirar em músico que colocava carro na garagem

Crime aconteceu no início de fevereiro no residencial Atlântico e acusado teve a prisão preventiva decretada

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
21/09/22 às 18h15

A Polícia Civil de Araçatuba (SP) cumpriu no início da manhã desta quarta-feira (21), o mandado de prisão preventiva contra um jovem de 25 anos, morador na Vila Alba, investigado por tentativa de homicídio.

A vítima é um músico hoje com 27 anos, morador no residencial Atlântico, que foi alvo de disparos de arma de fogo na madrugada de 1º de fevereiro deste ano. Matéria publicada pelo Hojemais Araçatuba na ocasião informa que ele residia em um imóvel na rua Manoel Correia.

A vítima morava com a mãe e por volta de 1h havia saído de casa para guardar o carro, que estava na frente do imóvel. Ao entrar no VW Gol, o músico foi surpreendido pelo atirador, que vestindo moletom preto e boné azul, saiu da sombra de uma árvore, apontou a arma na direção do para-brisa do veículo a passou a disparar.

Ferimentos

Segundo o que foi relatado em boletim de ocorrência, os projéteis transfixaram o vidro e três deles atingiram o músico. Ele foi ferido de raspão no braço direito, um dos tiros acertou a costela do lado direito e o terceiro, no supercílio direito.

Após os disparos o autor fugiu e a vítima correu para o interior da residência, vindo a cair na cozinha, onde foi atendida por equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levada ao pronto-socorro da Santa Casa.

Investigação

Equipe da DIG/Deic (Delegacia de Investigações Gerais da Divisão Especializada de Investigações Criminais) acompanhou a perícia que recolheu quatro projéteis encontrados no interior do veículo.

Um inquérito foi instaurado, o acusado identificado e inicialmente negou o crime. A investigação teve prosseguimento e ao relatar o inquérito, a Polícia Civil representou pela decretação da prisão preventiva.

O mandado foi cumprido por volta das 6h, o acusado foi encontrado na casa dele, apresentado no plantão policial e desta vez assumiu a autoria do crime. Ele alegou à polícia que atirou contra a vítima porque ela teria mexido com a namorada dele, que posteriormente morreu, e com a companheira dele na época.

O investigado deve permanecer à disposição da Justiça e pode ser julgado pelo Tribunal do Júri.

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