Polícia

Polícia identifica pessoa atropelada e morta por trem em Guararapes

Uma bicicleta foi encontrada também danificada, debaixo de um vagão, a aproximadamente 50 metros da vítima

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
01/08/20 às 18h21
Corpo estava debaixo do quarto vagão da composição que seguia sentido Araçatuba (Foto: Josiane Lorensette/Guararapes Sorriso)

O ajudante de motorista Claiton Cândido da Cruz, 33 anos, é a pessoa que morreu ao ser atropelada por um trem no início da manhã deste sábado (1), em Guararapes (SP).

Inicialmente a Polícia Militar informou que a vítima seria uma mulher, mas depois foi confirmada a verdadeira identidade. Segundo a polícia, ele residia em uma casa na rua Benedito de Moraes, no bairro Copacabana.

O atropelamento aconteceu a cerca de 100 metros da passagem de nível situada na rua Armando Sales de Oliveira, por volta das 6h30.

Os policiais militares que atenderam a ocorrência informaram que segundo o maquinista, que tem 37 anos e mora em Três Lagoas (MS), a composição tinha duas locomotivas e 38 vagões.

Ele seguia sentido a Araçatuba e estava a cerca de 50 metros quando viu Cruz deitado sobre os trilhos. Ao vê-lo, foram acionados o freio e os sinais sonoros da locomotiva, mas o ajudante de motorista não se levantou e a composição não parou a tempo de evitar o atropelamento.

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Fatal

O corpo de Cruz, que teve um dos braços decepado, ficou debaixo do quarto vagão da composição e foi necessário manobrar a máquina para retirá-lo.

Equipe do Instituto de Criminalística foi acionada e, durante a perícia, encontrou uma bicicleta também danificada, debaixo de um vagão, a aproximadamente 50 metros da vítima. O maquinista disse não ter visto a bicicleta antes do atropelamento.

A polícia também falou com o segurança responsável pela cancela na passagem de nível na rua Armando Sales de Oliveira e ele relatou não ter visto o atropelamento, só sabendo do acidente depois que o trem parou e o maquinista contou que havia atropelado alguém.

Identificado

Ainda de acordo com a polícia, Cruz não portava documentos, mas foi identificado por um tio que esteve na delegacia e realizou o reconhecimento pessoal, inclusive reconheceu o relógio de pulso que a vítima usava.

Cruz não possuía antecedentes criminais e o corpo passaria por exame necroscópico antes de ser liberado para velório e enterro.

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