Muita coisa mudou desde 1927, quando foi feito o primeiro registro de uma mulher como eleitora no Brasil. Foi o da professora de Mossoró, no Rio Grande do Norte, Celina Guimarães Viana, que deu o ponto de partida para a conquista de muitos outros direitos constitucionais para o público feminino, como o do voto em definitivo a partir de 1932, garantido pelo Código Eleitoral.
A representatividade das mulheres no cenário político ainda é pequena, mas aos poucos esta realidade vem mudando. Em Birigui (SP), na gestão do prefeito Leandro Maffeis (PSL), das 14 secretarias municipais que compõem o governo, metade é comandada por mulheres.
A pasta de Assistência Social é comandada pela primeira-dama do município, a biomédica Silvana Caetano Gomes Leal Milani, que também é a presidente do Fundo Social de Solidariedade. Ela tem o apoio de Jaqueline Moraes Silva Fernandes, como secretária adjunta. Na Saúde, além da secretária Cássia Rita Santana Celestino, tem a adjunta Elaine Aparecida dos Santos Martins.
A dobradinha feminina também ocorre em outras quatro secretarias: a Educação é comandada pela professora Iládia Cristina Marin Amadio e sua adjunta é a Ticiane Paula Paganini dos Santos Eras. A Cultura e Turismo é liderada pela Maria Eliza Castilho Manfré, tendo Teka Betine como secretária adjunta.
