Rodrigo Pacheco (DEM-MG) foi eleito novo presidente do Senado, com 57 votos, contra 21 de Simone Tebet (MDB-MS). Com o apoio declarado de dez partidos, ele era o preferido do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O 68º presidente do Senado foi escolhido por Davi Alcolumbre (DEM-AP) para sucedê-lo na presidência. O apoio de Alcolumbre foi fundamental para a eleição, dada a simpatia de líderes de diversos partidos pelo então presidente da Casa.
A proximidade de Alcolumbre com o presidente Jair Bolsonaro, com lideranças governistas, como PP, PSD e Republicanos, e de oposição, PT e PDT, assegurou um apoio abrangente a Pacheco.
Desistências
A sessão preparatória para escolha do novo presidente do Senado Federal começou com uma hora de atraso e na primeira etapa do encontro, os candidatos fizeram pronunciamento.
Os senadores Major Olimpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO) retiraram a candidatura para apoiar a candidata Simone Tebet.
Tanto na Câmara, quanto no Senado, os mandatos têm duração de dois anos, com possibilidade de reeleição. Para ser eleito, o candidato precisa ter no mínimo a maioria absoluta dos votos, ou seja, pelo menos 41 dos 81 senadores.
