Muito se pergunta se a Doença de Alzheimer é uma demência, uma vez que entender sobre as demências tem muita relevância quando pensamos em cuidados e prevenção.
Neste contexto, é importante esclarecer que existem muitos tipos de demências; todas têm em comum a característica de ser neurodegenerativa. A mais comum é a Doença de Alzheimer, e é a mais prevalente em pessoas idosas, principalmente com 70 anos ou mais.
Mas por que falar em demências ou na Doença de Alzheimer? Desde o ano de 2019, a Associação Internacional de Alzheimer (ADI) verificou a importância de se discutir este tema, pois para muitas pessoas ainda é desconhecido – mesmo que muitas vezes convivamos com indivíduos portadores da Doença de Alzheimer.
Sendo lançada a campanha “Vamos falar sobre demência?”, foi lançada uma pesquisa pela ADI em parceria com a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) e outras entidades, e os dados encontrados também promovem a reflexão sobre esse tema. De acordo com o estudo, 2 em cada 3 pessoas entrevistadas achavam que não se falava sobre demências em seus países.
Embora para muitas pessoas pareça algo negativo, pejorativo ou até mesmo cause estranhamento, o objetivo da campanha foi mostrar que a necessidade de sensibilização da sociedade para a prevalência de demências, mostrando formas de identificar e de reconhecê-las; assim como de realizar hábitos de vida preventivos para envelhecer com saúde, longevidade e com a preservação da saúde mental.
Algumas pessoas têm dúvidas se seu familiar tem o diagnóstico de doença de Alzheimer ou outra demência, pois muitas vezes saem com a informação geral do consultório médico que seu familiar tem demência senil e que a mesma não é a Doença de Alzheimer.
Normalmente, este diagnóstico tem sido informado para facilitar a compreensão do cuidador familiar, mas do ponto de vista técnico e científico, o mais apropriado é informar o nome da demência. Se falamos demência senil, não estamos dizendo qual demência o indivíduo desenvolveu; estamos informando apenas que ela aconteceu após os 60 anos de idade.
No Brasil, existe um dado estatístico preocupante: um milhão e seiscentas mil pessoas foram diagnosticadas com algum tipo de demência. Sabemos que a doença de Alzheimer e outras demências continuam sem tratamento curativo, mas possuem um tratamento que visa melhorar a qualidade de vida do portador destas doenças. É importante saber que qualquer tratamento que diz reverter a doença não é seguro e nem confiável.
Sempre que observar estudos que prometam a cura da doença de Alzheimer e de outras demências, procure saber as seguintes informações:
– O estudo é gratuito para a inserção de voluntários? Esta pergunta é importante pois todo estudo, por ser apenas uma investigação que busca evidências, não cobra dos seus participantes – em pesquisa os participantes são voluntários;
– O que o especialista publica nesta área? Muitos profissionais prometem receitas milagrosas para a longevidade, vende inúmeros materiais de apoio e livros, mas é importante conhecê-lo em suas publicações científicas, que é o mecanismo de certificar-se da veracidade das informações propagadas. O que este profissional publica na ciência dentro de sua área? Coloque o nome completo do pesquisador em buscas na internet que saberá o que ele publica do assunto e o quanto tem de respaldo em sua prática profissional.
No momento, o que sabemos em relação às demências é que quem não tem o diagnóstico da doença deve se cuidar, com hábitos de vida preventivos:
– Dormir bem;
– Alimentar-se com nutrientes importantes para o bom funcionamento da memória;
– Realizar atividades de estimulação cognitiva;
– Praticar atividades físicas regulares;
– Manter-se em comunicação e interação social.
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