Supera

Você sabia que a ciência pode explicar a empatia?

O bom funcionamento de certas regiões do cérebro possibilita o desenvolvimento da empatia, afirma estudo 

Método Supera*
24/08/20 às 15h25

Temos ouvido falar muito sobre o termo empatia. Por definição, empatia é a habilidade de compreender emocionalmente, capacidade psicológica de sentir o que outra pessoa sentiria, se estivesse na mesma situação. Em outras palavras, colocar-se no lugar do outro, sem julgamentos e com compreensão. 

Nesse momento delicado que vivemos no mundo, a empatia se tornou um fator essencial para compreendermos as principais necessidades e dores das pessoas as quais convivemos. V ocê sabia que a capacidade de ter empatia está ligada ao bom funcionamento do cérebro?

Sim, uma vez que a empatia envolve três componentes essenciais : afetivo, cognitivo e regulador de emoção . No aspecto afetivo, temos a questão de partilhar e compreender os estados emocionais do outro. No cognitivo, a capacidade de definir os estados mentais e o regulador de emoções lida com o grau de respostas apreendidas. Todas essas características estão intimamente relacionadas ao cérebro.

A neurociência explica que o ato de ter empatia corresponde a uma combinação de atos conscientes e inconscientes do cérebro, e que dependem do bom funcionamento de certas regiões cerebrais. 

Segundo um estudo feito pelo laboratório de neurociências da Universidade do Colorado, diversas partes do cérebro são ativadas e são responsáveis pela geração da empatia. O córtex pré-frontal é responsável pelos sentimentos de solidariedade e compaixão, por exemplo.

O fenômeno da empatia pode ser explicado também devido a ação dos neurônios-espelho. Eles são ativados quando observamos pessoas realizando outras atividades e estão relacionadas às nossas ações ao sermos expostos a essas atividades. Nossos neurônios são responsáveis por moldar nossos comportamentos e reações, pois a empatia pode ser construída e ativar o sistema neural de caridade. 

A neurocirurgiã Raquel Zorzi, médica pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), mostra como eles funcionam em relação à empatia. “Muitos estudos têm argumentado de forma independente que o sistema de neurônios-espelho está envolvido em emoções e relações empáticas. Isso quer dizer que, quando vemos uma determinada emoção expressada pela pessoa, ativamos esses neurônios que ‘simulam’ como se nós mesmos estivéssemos vivendo aquele sentimento”, conta a profissional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Uma das dicas propostas pelo Método Supera é estar disposto a ensinar e aprender, sempre pensando que é possível adquirir mais conhecimento quando estamos abertos a ouvir o outro (Foto: banco de imagens)

Mas como treinar a empatia?

Além de mantermos as nossas habilidades socioemocionais em dia, existem algumas maneiras de treinarmos a capacidade de empatia no dia a dia. Algumas delas são:

  • Estar disposto a ensinar e aprender: quando ajudamos um colega de trabalho a resolver uma questão ou ensinamos nossos pais a mexerem no celular, de maneira calma e paciente, estamos exercitando a capacidade de empatia.

    Além disso, o fato de exercitar a humildade para estar disposto a aprender coisas novas também desenvolve habilidades essenciais para nos colocarmos no lugar do outro.

  • Diminuir o julgamento : é primordial deixar de lado a sua visão, as suas crenças e a sua realidade para entender a realidade do outro. Isso faz com que aceitemos mais as pessoas como elas são, diminuindo nossa expectativa sobre como gostaríamos que as outras pessoas são.

    É muito mais sobre aceitar a liberdade do outro, mesmo que às vezes, não concordemos. Afinal, muitas vezes, é melhor ter paz do que razão, não é mesmo?

  • Ter uma escuta ativa e demonstrar interesse genuíno: escutar ativamente o outro, sem interrupções e trazendo a sensação de liberdade para que o outro expresse aquilo que deseja nos torna mais empáticos.

    Afinal, sermos bons ouvintes faz com que possamos entender e aceitar melhor o posicionamento do outro. Escutar para compreender, não para rebater.

  • Pratique o autoconhecimento: faça uma reflexão, reconheça seus pontos fortes e fracos, interprete suas emoções. Quando reconhecemos tudo aquilo que faz parte do nosso eu individual, nos tornamos mais compreensíveis para entender os valores, emoções e comportamentos do outro.

Serviço

Ficou curioso para saber tudo o que o Método Supera oferece?

O SUPERA foi criado pelo brasileiro Antônio Carlos Guarini Perpétuo, na cidade de São José dos Campos, interior de São Paulo. A ideia surgiu quando ele pesquisava ferramentas e recursos para ajudar o filho pequeno a se concentrar.

Hoje, com quase 13 anos de história, a rede de escolas de ginástica para o cérebro já treinou mais de 120 mil alunos e está presente em 350 unidades espalhadas por todos os estados do Brasil. 

*Conteúdo de responsabilidade do anunciante

O SUPERA é um curso diferente de tudo que você já conhece. Com apenas uma aula semanal de duas horas, você consegue ter mais concentração, raciocínio, memória, criatividade, autoestima e uma mente saudável. Estas habilidades melhoram o desempenho na escola, alavancam a carreira e garantem mais qualidade de vida. Encare este desafio e experimente uma forma incrível de viver. Nossa metodologia não tem limite de idade: todo mundo pode viver esta emoção.

Endereço:
Pça. Getulio Vargas, 65 - Centro - Araçatuba

Fone: (18)3621-1008
WhatsApp: (18)98820-9200

Horários:
2ª 4ª 5ª  - das 9:00 às 21:30
    3ª 6ª  - das 9:00 às 18:00
Sàbados - das 7:00 às 12:30

 MAIS DE SUPERA
VEJA TODAS DE SUPERA
Franquia:
Araçatuba SP
Franqueado:
Connect Jornalismo Digital LTDA
48.486.487/0001-90
Editor responsável:
Lazaro Silva Júnior MTB 48158
lazaro.junior@ata.hojemais.com.br
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.