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Relações sociais: proteção para a saúde mental e bem-estar emocional

Pesquisadora do sistema cognitivo dos idosos explica Teoria da Seletividade Socioemocional

Método Supera*
09/10/20 às 18h15

Sabemos que no universo das relações sociais as redes de apoio e suporte social entre os indivíduos auxiliam a nos tornarmos mais fortes e resilientes em momentos de adversidades.

Principalmente em eventos chamados estressores, ou seja, que exigem mais força e estratégias de enfrentamento dos nossos aspectos emocionais.

É também por meio das relações sociais que podemos prevenir doenças relacionadas à saúde mental, como depressão, ansiedade, estresse e medos.

Ao interagirmos com o outro, nos motivamos a ter projetos de vida, a nos vestirmos, nos arrumarmos e adquirirmos o senso de pertencimento.

Mas como essas relações se dão na prática e qual é o segredo para manter a saúde mental e o bem-estar emocional, mesmo após episódios traumáticos? Descubra agora!

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Quanto mais as pessoas avançam em idade, mais elas investem o tempo e a energia em manter relacionamentos mais íntimos, que consequentemente colaborarão para manter a saúde mental (Foto: Método Supera/Reprodução)

Teoria

As relações sociais têm um papel fundamental em nossa vida e constituem-se por: círculos de amigos, membros da nossa família, membros da comunidade, profissionais das instituições que frequentamos, entre outros. É uma forma para estarmos bem e nos mantermos no processo de envelhecimento saudável.

De acordo com a pesquisadora e estudiosa das relações sociais e emocionais no envelhecimento Laura Carstensen, as relações sociais mudam após os 60 anos. Por isso, ela criou uma teoria que recebeu o nome de Teoria da Seletividade Socioemocional .

O estudo destaca uma redução na amplitude da rede de relações sociais e da participação social na velhice. Porém, esses fatores não refletem prioritariamente em perdas físicas, sociais e psicológicas esperadas, mas na redistribuição de recursos socioemocionais.

Ao traçar um paralelo, a pesquisadora explica que, na juventude, as pessoas tendem a cultivar relacionamentos sociais mais numerosos, pois os promovem a exploração do mundo, há o aumento da informação e a afirmação de status e da identidade.

Entretanto, na velhice, as metas de busca de informação são substituídas por parâmetros de regulação emocional. Ou seja, a redução nos contatos sociais reflete uma seleção ativa, na qual as relações sociais emocionalmente próximas são mantidas porque têm maior chance de oferecer conforto emocional.

Assim, os idosos tendem a reorganizar suas metas e relações sociais, a priorizar realizações de curto prazo e dar preferência às relações sociais mais significativas, descartando o que for mais irrelevante a esses critérios.

Relevância

Em cada etapa do desenvolvimento humano, ainda segundo a especialista Laura Carstensen, existem alterações na influência, tamanho e composição das buscas sociais e emocionais, que podem predominar cada vez mais na meia-idade em diante.

Sendo assim, a correlação com a Teoria da Seletividade Socioemocional é de que, à medida que as pessoas envelhecem, elas investem o tempo e a energia em manter relacionamentos mais íntimos.

Desta forma, é de fundamental importância que as pessoas mais velhas mantenham a satisfação na vida em face do estresse, traumas, perdas e demandas que podem ser agentes crônicos na vida dessa população.

Pessoas socialmente isoladas tendem a ser solitárias, e em consequência, pode acelerar o passar por prejuízos físicos e cognitivos, ocasionando fatores de risco para demências e mortalidade.

Por isso, é preciso fortalecer os relacionamentos, tornando-os sólidos e consistentes. Pois as relações sociais fortalecidas auxiliam no estado de saúde, sendo importante para uma melhor qualidade de vida e para a promoção da longevidade de cada um de nós.

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