O ‘Agosto Dourado’ chega este ano com boas notícias: os índices de aleitamento materno estão aumentando no Brasil. As informações fazem parte do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil do Ministério da Saúde.
Em comparação com os últimos 34 anos, o índice de amamentação exclusiva em crianças menores de quatro meses aumentou cerca de 13 vezes. Além de beneficiar todo o planeta a amamentação é capaz de reduzir em até 13% a mortalidade por causa evitáveis em crianças menores de cinco anos. A cada ano que a mulher amamenta, o risco de desenvolver câncer de mama diminui em 6%.
Segundo a consultora de amamentação Giselly Ramos uma das dúvidas mais recorrentes das mulheres que a procuram é se vão ou não ter leite suficiente para o bebê depois do nascimento. Ela explica que o corpo da mulher, ainda na gestação, já se prepara para este momento. “Desde a metade da gestação já acontece a produção de colostro, pois esta tarefa é basicamente hormonal e não depende de nada que façamos”.
O que vai garantir a boa produção de leite, segundo ela, é o estímulo frequente e a boa remoção do leito pelo bebê. “Importante lembrar que não existe leite fraco, o que existe é baixa produção de leite”.
