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Anvisa proíbe fabricação e venda de canetas emagrecedoras irregulares no Brasil

Anvisa proíbe fabricação, venda, importação e uso de canetas emagrecedoras irregulares. Medida atinge produtos GLP-1 sem registro no Brasil.

Anvisa - Redação - Hojemais - Três Lagoas 
21/11/25 às 08h48
(Foto: Suspensão da importação ocorreu após aumento de vendas irregulares do produto no país Imagem - Divulgação)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a proibição da fabricação, distribuição, importação, comercialização, propaganda e uso de medicamentos da classe GLP-1 que não possuem registro sanitário no Brasil.

As chamadas “canetas emagrecedoras” vinham sendo ofertadas de forma irregular em farmácias, clínicas e plataformas digitais, sem comprovação de segurança, eficácia e qualidade.

A medida foi motivada pelo avanço da comercialização clandestina desses produtos e pelo aumento de denúncias envolvendo promessas de emagrecimento rápido. Sem registro na Anvisa, esses medicamentos não passaram pelo processo de avaliação regulatória obrigatório.

Entre os produtos atingidos pela proibição estão itens como T.G. 5, Lipoless, Lipoless Éticos, Tirzazep Royal Pharmaceuticals e T.G. Indufar. Nenhum deles possui autorização para circulação ou uso no território nacional.

Com a decisão, ficam vedadas a produção nacional, o ingresso no país por qualquer meio, a venda direta ao consumidor e qualquer forma de propaganda, especialmente nas redes sociais. A fiscalização será intensificada em pontos de venda físicos e digitais.

Para os consumidores de Três Lagoas e região, a orientação é evitar qualquer produto anunciado como “caneta emagrecedora” sem comprovação regulatória. Profissionais e estabelecimentos que ofertarem ou aplicarem substâncias irregulares poderão ser autuados e sofrer sanções sanitárias.

A Anvisa reforça que medicamentos da classe GLP-1 que possuem registro no Brasil continuam disponíveis, mas só podem ser comercializados mediante prescrição médica com retenção de receita. O uso deve seguir rigorosamente a orientação profissional.

A população pode acionar a Vigilância Sanitária local para denunciar suspeitas de venda irregular e consultar o registro de medicamentos pelo portal oficial da agência.

 

A decisão busca reduzir riscos à saúde e restringir o avanço de produtos sem comprovação científica, priorizando a segurança dos consumidores.

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