A autópsia realizada no corpo da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, confirmou que a causa de sua morte foi um trauma contuso, resultado de múltiplas fraturas e hemorragia intensa. De acordo com os médicos legistas, a morte ocorreu cerca de 20 minutos após a queda da brasileira. Eles também informaram que não há indícios de hipotermia. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27), pela Agência Brasil e Metrópoles.
A autópsia foi realizada no Hospital Bali Mandara, em Bali, na noite de quinta-feira (26), após o corpo de Juliana chegar à unidade por volta das 11h35 (horário de Brasília). O laudo apontou fraturas graves no tórax, costas, coluna, coxas e cabeça, causadas pela queda.
Juliana Marins sofreu uma queda, de aproximadamente 300 metros, enquanto fazia uma trilha com turistas no Monte Rinjani, na Indonésia. Ela foi filmada ainda com vida por drones no mesmo dia, porém só foi localizada, já sem vida, pelas equipes de resgate da agencia Basarnas no dia 24 de julho.
Os familiares criticaram a lentidão no processo de resgate e a falta de preparo da operação de resgate, que teria sido prejudicada pelo mau tempo e problemas técnicos. Especialistas também apontaram que a ausência de perícia imediata no local e as condições ambientais, como a alta umidade e temperatura, dificultaram a definição da hora exata da morte de Juliana. Ainda assim, a autópsia indiciou que não houve sofrimento prolongado, segundo os médicos, os ferimentos foram fatais em poucos minutos.
