No Brasil, a implementação de medicamentos genéricos completou um quarto de século. Essas versões mais acessíveis de medicamentos se tornaram uma peça-chave na despesa médica e no sistema de saúde em geral do país.
Nas últimas duas décadas e meia, os medicamentos genéricos têm respondido a uma demanda de saúde essencial, fornecendo opções de tratamento a um custo menor para a população brasileira.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), registrou-se um crescimento constante no mercado de genéricos no país desde a implementação da Lei 9.787, em 1999.
O advento dos genéricos no Brasil beneficiou não apenas os consumidores, mas também o governo, uma vez que permitiu uma poupança significativa em gastos de saúde. Atualmente, os genéricos representam mais de 30% do mercado farmacêutico no Brasil, o que demonstra a importância destes medicamentos no sistema de saúde do país.
O objetivo principal dos medicamentos genéricos é oferecer a mesma eficácia de seus correspondentes de marca, mas a um custo mais baixo, facilitando o acesso e beneficiando pessoas que antes não podiam pagar pelos medicamentos de marca. Além disso, um diferencial importante dos genéricos é que eles devem provar sua bioequivalência, garantindo que possuam o mesmo efeito terapêutico que os medicamentos de referência.
