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Funcionários da Azul são demitidos após serem presos em esquema de tráfico de drogas em aeroporto de MS

Segundo a companhia aérea, os envolvidos eram colaboradores de um representante da unidade de cargas da Azul. Os homens contaram à polícia que estavam há cerca de um mês despachando caixas com drogas.

Redação
01/03/22 às 19h45
Duas vezes por semana os traficantes enviavam cerca de 60 kg de droga por dia. — Foto: Bope/Reprodução

Dois funcionários da companhia aérea Azul foram demitidos após terem sido presos por envolvimento em esquema de tráfico de drogas no Aeroporto Internacional de Campo Grande. Em nota oficial, enviada nessa segunda-feira (28), a companhia informou sobre o ocorrido e se colocou a disposição. A investigação do caso deve ser conduzida pela Polícia Federal (PF).


O esquema foi descoberto pela operação, comandada pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) que ocorreu no sábado (26) e contou com ajuda de cães farejadores do Choque. Ao todo, podem ter sido traficados cerca de meia tonelada de drogas em um mês.


A companhia aérea informou ainda que os envolvidos eram colaboradores de um representante da Unidade de cargas da Azul. Confira a nota na íntegra:

"A Azul informa que os dois funcionários envolvidos na ocorrência no terminal de cargas do aeroporto de Campo Grande eram colaboradores de um representante da Unidade de cargas da Azul. Ambos foram detidos e já não fazem mais parte do quadro de funcionários da empresa. A Azul ressalta que está a disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos".
 

Diego Cordeiro de Lima, de 29 anos, e João Vitor Mendonça de Freitas, 25 anos, foram presos em flagrante. À polícia, os funcionários contaram que estavam há cerca de um mês despachando encomendas que acreditavam ser eletrônicos ilícitos. Os suspeitos despachavam as caixas duas vezes por semana, sem abrir, conforme consta no registro policial.
 
Durante a operação, um cão farejador foi utilizado e encontrou uma caixa com 63 kg de substância análoga à maconha. Desta forma, a quantidade de droga traficada pode ser superior a 500kg.
 

Prisão
 
A equipe policial localizou um dos suspeitos em casa e ao ser questionado sobre a encomenda, Diego disse que sabia que era material ilícito, mas que se tratava de produtos eletrônicos. O rapaz apontou a participação de João Vitor, que foi localizado em seguida.
Para a polícia, os suspeitos disseram que estavam há cerca de um mês fazendo esse serviço, duas vezes por semana, e que não abriam as caixas para ver o que tinha dentro. Sobre o dono do material, informaram apenas se tratar de um homem chamado Thiago.
Os dois funcionários foram presos em flagrante por tráfico de drogas e encaminhados para a Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) Cepol.

(*) G1.COM

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