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MS segue com uma suspeita de gripe aviária em investigação; caso de Angélica teria sido descartado

A confirmação do descarte da suspeita deve constar na próxima atualização do painel do Mapa.

Da Redação
25/05/25 às 09h21
Imagem: Arquivo

Mato Grosso do Sul permanece com apenas um caso de suspeita de gripe aviária em investigação, segundo as mais recentes informações do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária). A ocorrência está localizada em Jardim, cidade a 235 quilômetros de Campo Grande. A suspeita anterior, registrada em uma criação doméstica de subsistência no município de Angélica teria sido descartada.

A confirmação do descarte da suspeita deve constar na próxima atualização do painel do Mapa, prevista para segunda-feira (26). A informação foi dada pela presidente da Avimasul (Associação da Avicultura de Mato Grosso do Sul), Franciele Cornelli, que explicou que as amostras da ave foram analisadas no laboratório de referência do Ministério em Campinas (SP).

Até este domingo (25), o Painel de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves registrava 20 investigações em andamento no país, todas com coletas de amostras ainda sem resultado laboratorial conclusivo.

Casos domésticos e comerciais

As criações domésticas de subsistência, como as envolvidas nas suspeitas de MS, geram menor preocupação para as autoridades sanitárias. Isso porque a presença da Influenza Aviária (H5N1) é considerada mais preocupante quando identificada em granjas comerciais, o que pode impactar diretamente o mercado e exportações.

Foi o que ocorreu em 17 de maio, quando o Brasil registrou o primeiro caso em granja comercial desde 2006, no município de Montenegro (RS). O foco surgiu em um matrizeiro de aves comerciais, o que elevou o nível de atenção das autoridades sanitárias.

Além disso, o Rio Grande do Sul também confirmou focos em aves silvestres, como cisnes e patos, em locais como a Lagoa Mangueira e o Parque Zoológico de Sapucaia do Sul.

Vigilância e biossegurança em MS

A Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal de MS) reforçou, por meio de nota oficial, que mantém vigilância ativa e atua preventivamente, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura.

A agência informou que promove ações de monitoramento, controle e orientação ao setor avícola e à população, especialmente em áreas de risco, como regiões com presença de aves migratórias ou de produção avícola intensiva.

 

A população pode colaborar com a vigilância sanitária informando qualquer ocorrência de mortes de aves silvestres ou domésticas sem causa aparente aos órgãos de fiscalização.

*Com informações do Midia Max

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