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O crime bárbaro que chocou Três Lagoas foi julgado

A equipe do Hojemais acompanhou o julgamento, a sentença da acusada foi uma surpresa para todos. Confira!

Thais Dias  - Hojemais Três Lagoas
13/02/21 às 07h14

Casal acusado de matar Adriano Inácio, foi julgado na última quarta-feira, 10, em Três Lagoas. O crime que aconteceu em 2019 marcou a população três-lagoense por sua barbaridade e frieza. 

Adriano foi assassinado no dia 14 de outubro de 2019, no Condomínio Residencial Novo Oeste, no Jardim Carandá.

O crime aconteceu dentro do imóvel, na ocasião foram encontrados, móveis quebrados com marcas de luta corporal, objetos sujos com sangue e indícios de locais aonde teriam sido efetuados uma limpeza para apagar mais vestígios.

Constam nos autos, que desde a prisão ambos os acusados têm dado diferentes versões em todas as oportunidades em que foram ouvidos, tanto pela Polícia Civil quanto pelo juiz, contudo, apesar das contradições, dos interrogatórios dos acusados foi possível extrair que ambos estavam no local e agrediram a vítima violentamente.

O corpo de Adriano foi localizado no pátio bem próximo as escadas, e as marcas de sangue formaram uma trilha até a porta do apartamento do jovem.

O juiz Rodrigo Pedrini Marcos da 1ª Vara Criminal de Três Lagoas determinou que o casal acusado de envolvimento na morte de Adriano Inácio da Silva, na época com 39 anos, seja julgado em júri popular. 

A equipe do Hojemais acompanhou o julgamento, a sentença da acusada foi uma surpresa para todos. 

Adriano Inácio (Foto: Arquivo Pessoal)

A mulher foi sentenciada a seis anos em regime semiaberto, podendo ainda recorrer da sentença em liberdade, mesmo a acusada afirmando que praticou o crime por motivo fútil, de acordo com os autos do processo, a mulher afirmou que o assassinato aconteceu por conta de um furto de celular e que ela havia dado uma facada em Adriano, seguida de pauladas, onde a vítima ficou agonizando até a morte.

De acordo com o juiz a acusada é ré primária e não há informes negativos sobre a personalidade da mesma. 

Já seu comparsa foi sentenciado a 18 anos de prisão em regime fechado, de acordo com a sentença o homem não poderá recorrer em liberdade, o pedido de prisão do homem já foi expedido e ele se encontra preso. 

A equipe do Hojemais presta solidariedade à família da vítima e envia votos de positividade. 

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