O Hospital Regional de Três Lagoas deverá ser inaugurado em dezembro deste ano ou no início de 2022. A informação foi confirmada pelo coordenador regional do governo do Estado, Jorge Martinho, que falou com exclusividade para o Hojemais.
Os preparativos para iniciar os atendimentos no hospital entraram na fase considerada mais complicada, que é a contratação de profissionais. Além da equipe, também tem a questão dos equipamentos a serem instalados.
O Ministério da Saúde repassou recursos da ordem de R$ 36,6 milhões para a compra dos equipamentos. O governo do Estado deverá aplicar uma contrapartida de R$ 6,3 milhões, totalizando um investimento previsto de aproximadamente R$ 43 milhões. Alguns equipamentos e mobílias, segundo o governo, já se encontram no almoxarifado da Secretaria de Estado de Saúde, outros ainda estão em fase de licitação para a compra.
Em relação à gestão do hospital, a Secretaria de Saúde informou que, atualmente, encontra-se em análise na Procuradoria Geral do Estado (PGE) proposta de chamamento público para a escolha da Organização Social que irá administrar a unidade hospitalar.
Após a aprovação da análise, a Secretaria de Administração vai abrir um chamamento público que irá acolher as propostas das Organizações Sociais interessadas.
Quando finalizado, a unidade de Três Lagoas irá contar com 202 novos leitos, oferecendo serviços de emergência e urgência, psiquiatria, diagnóstico, tomografia, ressonância magnética, raios-X e ultrassonografia. A estrutura contará com ambulatórios, leitos, centro cirúrgico, auditório, salas de aulas, laboratórios, esterilização e área técnica dos equipamentos de climatização do centro cirúrgico.
A unidade também terá salas pré-parto, parto e pós-parto; indução e recuperação de pacientes; observação pediátrica; observação paciente; observação psiquiátrica; UTI cirúrgica; UTI clínica; enfermarias; internação isolamento; semicrítico; preparo e recuperação pós-anestésica e observação e recuperação do paciente.
A administração do Hospital deve seguir a tendência adotada nos outros 27 estados da federação, em que parcerias são realizadas para que o estado seja o mantenedor do Hospital, enquanto uma empresa privada ou uma organização social realize o acompanhamento das necessidades da unidade.
