Sete anos se passaram desde que Halley Coimbra Ribeiro Junqueira teve sua vida interrompida de forma trágica. Sua história se entrelaça com a de tantas outras mulheres que foram vítimas da violência de seus companheiros ou ex-companheiros. Até hoje, sua trajetória é lembrada com emoção e indignação, um símbolo da necessidade urgente de combate ao feminicídio.
Halley tinha 38 anos quando foi assassinada em 14 de janeiro de 2018, na cidade de Três Lagoas. Mãe dedicada de três filhas – uma adolescente e duas crianças –, ela nutria sonhos e esperanças para o futuro. Sua força e determinação inspiraram muitas mulheres a buscar justiça e a lutar por medidas de proteção contra seus agressores.
O impacto de sua história reverberou na sociedade, levando à criação de um tributo à sua memória: o Centro de Referência Especializado de Atendimento à Mulher Vítima de Violência (CRAM) recebeu seu nome, um reconhecimento da necessidade de oferecer apoio e segurança a mulheres em situação de vulnerabilidade. A iniciativa visa não apenas prestar assistência, mas também conscientizar e reforçar a importância do combate à violência doméstica.
Mesmo após sua partida, Halley continua sendo lembrada com amor e carinho por todos que tiveram o privilégio de conhecê-la. Seu nome, agora associado a um espaço de acolhimento e proteção, simboliza a luta incessante por uma sociedade mais justa e segura para todas as mulheres.
