AO VIVO
Geral

Três-lagoense faz polvos de crochê que ajudam no desenvolvimento dos bebês prematuros

Surgido na Dinamarca como parte de projeto para bebês prematuros, os polvinhos de crochê estão tomando espaço, e ajudando muito no desenvolvimento dos bebês.

Hojemais de Três Lagoas - Iolanda Carvalheiro
09/05/18 às 07h30
(Ygor Andrade)

Surgido na Dinamarca como parte de projeto para bebês prematuros, os polvinhos de crochê estão tomando espaço, e ajudando muito no desenvolvimento dos bebês.

Conforme pesquisa do Hospital Poole, na Inglaterra, os prematuros que ficam juntos a esses polvos nas suas incubadores tinham batimentos cardíacos mais regulares, melhor respiração e níveis de oxigênio mais altos no sangue.

Após ver vídeos no Youtube e descobrir o que esses bichinhos faziam, a três-lagoense Hellen Rodrigues resolveu produzir esses polvos para venda.

“Eu descobri através de vídeos no Youtube, e falavam que serviam para ajudar os bebês a ficaram calmos, e como eu estava grávida na época fiz para meu neném. Depois li artigos que dizima que eles ajudavam na recuperação de prematuros e me apaixonei pela arte”, falou.

Os tentáculos macios do polvo lembram os bebês do cordão umbilical de suas mães, e a malha macia é comparada ao útero, deixando eles calmos e prontos para continuarem a se desenvolverem.

Hellen diz que recebe bastante encomendas, e que ainda doa cerca de dois polvinhos para o grupo “Amigurumi Brasil”, que divulga a arte do crochê e este polvinho salvador.

Para o Dia das Mães a três-lagoense diz que está com agenda lotada, ainda tenho que fazer bichinhos para seus três filhos pequenos, sendo o menor de 5 meses de idade.

Além dos polvinhos, Hellen faz diversos bichinhos de crochê, e aceita encomendas, seu contato é (67) 9 9987-4816.

O desenvolvimento do bebê prematuro

Muitos bebês nascidos prematuramente têm dificuldade em permanecer despertos, em perceber imagens e sons e em responder positivamente ao toque. Um bebê prematuro pode usar muita energia para comer, crescer e bloquear a luz e som intensos, restando pouca energia para a interação social.

Cada bebê é diferente, portanto não há uma resposta que sirva para todos.

De modo geral, quanto menor e mais prematura tiver nascido a criança, maior será a probabilidade de ela ter alguma sequela futura.

Poucos são, contudo, os bebês considerados prematuros extremos. A maioria, cerca de 80 por cento, nasce entre 32 e 36 semanas, passando, assim, mais tempo no útero e melhorando as chances de crescer em perfeita saúde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
(Ygor Andrade)
 RECOMENDADO PARA VOCÊ
 EM DESTAQUE AGORA
VEJA TODOS OS DESTAQUES
 ÚLTIMAS EM GERAL
Franquia:
Três Lagoas MS
Franqueado:
Empresa Jornalística e Editora Hojemais Ltda.
01.423.143/0001-79
Editor responsável:
WESLEY MENDONÇA SRTE/SP46357
atendimento@agitta.com.br
Todos os direitos reservados © 1999 - 2026 - Grupo Agitta de Comunicação.