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Tribunal do crime: Sete pessoas são condenadas por decapitar mulher na Capital

Júri foi até de madrugada, condenações foram por homicídio qualificado, organização criminosa, cárcere privado e ocultação de cadáver

Redação - Hojemais Três Lagoas
27/10/21 às 08h59
Julgamento iniciou nesta terça-feira (26) em Campo Grande (MS) — Foto: Osvaldo Nóbrega/TV Morena

Terminou às 2h15 desta quarta-feira (27), o julgamento de nove acusados de homicídio triplamente qualificado de uma jovem, de 21 anos, em Mato Grosso do Sul. O crime foi no dia 14 de maio de 2018, quando uma mulher foi encontrada decapitada, em um terreno baldio na divisa dos bairros Santa Emília e São Conrado, em Campo Grande.


O júri, que durou 18 horas e 20 minutos, estava previsto para o início do mês, porém, como não havia defensores públicos suficientes, foi adiado para esta terça-feira (26). Sete pessoas foram condenadas por crimes como homicídio qualificado, organização criminosa, cárcere privado e ocultação de cadáver. Somadas, as penas ultrapassam 105 anos.
Veja, abaixo, a decisão da justiça para cada um dos acusados:


1) MIRIÃ PASCHUIN - 23 anos de reclusão
2) DANILO DE SOUZA BRITO - 23 anos
3) DAVI MIGUELÃO - 19 anos
4) ELOIR ANJOS DE OLIVEIRA - 12 anos e 6 meses
5) GHIAN LUCAS MARTINEZ - 15 anos
6) WELISSON SILVEIRA - 9 anos
7)MARCOS FELIPE DIAS LOPES - 4 anos de reclusão
8) ISABELLA DOS SANTOS - absolvida
9) LUCAS DA SILVA - absolvido


Relembre o caso
No dia 14 de maio de 2018, a mulher foi encontrada decapitada, em um terreno baldio na divisa dos bairros Santa Emília e São Conrado, em Campo Grande.

De acordo com o delegado de Polícia Civil Ricardo Meireles, um morador que passava pelo local viu o corpo e chamou a polícia.


Conforme o delegado, a suspeita é de que a mulher tenha sido morta na noite de domingo (13) em outro local e deixada onde foi encontrada. Não foram encontradas marcas de sangue no terreno.


Ao concluir o inquérito, a polícia apontou que os suspeitos pertenciam a uma facção criminosa rival à vítima e então a levaram para o "tribunal do crime", onde cometeram o assassinato de forma brutal.

(*) G1.COM

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