Muita gente conhece essa possibilidade oferecida pelo projeto Onçafari. No entanto, poucos sabem como funciona o apadrinhamento na prática e quais são os critérios necessários para participar dessa iniciativa que ajuda a conservar o maior felino das Américas.
Um dos principais requisitos é a doação anual de R$ 35 mil à ONG, valor destinado integralmente à manutenção das ações de monitoramento e preservação da espécie no Pantanal e em outros biomas brasileiros, como a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica.
O apadrinhamento simbólico ganhou grande visibilidade durante a Copa do Mundo de 2022, quando o jogador Richarlison, da seleção brasileira, adotou uma onça que vive na Reserva Caiman Pantanal, em MS. Ele batizou o animal de Acerola , incentivando outras personalidades a seguirem o exemplo. Pouco tempo depois, o cantor Gilberto Gil também apadrinhou uma onça, à qual deu o nome de Divino .
Afinal, como funciona a adoção?
Segundo o Onçafari, qualquer pessoa pode adotar simbolicamente uma onça-pintada e contribuir com a conservação da espécie. A doação é de R$ 35 mil por ano, com possibilidade de renovação. Em troca, o padrinho ou madrinha tem o direito de escolher o nome do animal, recebe um certificado oficial e acompanha sua trajetória por meio de fotos, vídeos e atualizações da equipe de campo da ONG.
Vale destacar que o apadrinhamento é apenas simbólico: os animais seguem vivendo livres na natureza, sem qualquer tipo de contato direto com os humanos que os adotaram. O gesto é, portanto, uma importante forma de apoio financeiro à causa da conservação.
As onças monitoradas continuam sendo observadas pela equipe técnica do Onçafari e podem até ser avistadas durante safáris realizados no Pantanal.
Além da adoção simbólica, também é possível apoiar o projeto por meio de outras iniciativas, como o programa Amigo da Onça . [Clique aqui para saber mais.]
As informações são do site Midiamax.
