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CASO HENRY - Investigadores encontram diferenças nas versões da mãe e do padrasto

Na delegacia, nem a mãe e nem Doutor Jairinho mencionaram o suposto barulho

Da redação - Hojemais Três Lagoas
20/03/21 às 09h59

No hospital, Monique afirmou ter acordado com um barulho no quarto e encontrou o menino gelado e pálido. Na delegacia, nem a mãe e nem Doutor Jairinho mencionaram o suposto barulho.

A Polícia Civil identificou informações distintas nas versões dadas sobre a morte do menino Henry Borel, de 4 anos. As contradições foram observadas nos relatos da mãe da criança, Monique Medeiros, e o padrasto, vereador Doutor Jairinho.

Para a equipe médica, que tentou socorrer o menino, Monique contou ter acordado com um barulho no quarto e encontrou o menino caído. Nesta primeira versão, que consta no Boletim de Atendimento Médico (BAM), eles encontraram o garoto gelado, pálido e sem poder de resposta.

O padrasto chegou a pensar que a criança estava em parada cardiorrespiratória e foram para o Hospital Barra Dor, na Zona Oeste do Rio. A equipe média relata ter observado pequenos hematomas nos membros superiores, abdômen e escoriação no nariz.

Na última quarta-feira (17), em depoimento à polícia que durou 12 horas, Monique Medeiros e Doutor Jairinho, narraram como tudo aconteceu de forma muito parecida, mas diferente da versão anterior.

Se no hospital a mãe cita que um barulho no quarto do menino a acordou, no segundo relato nem Monique nem Jairinho mencionam o suposto barulho emitido pela criança em depoimento na delegacia.

(*)G1

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