Muitos moradores de Três Lagoas estão usando as redes sociais para denunciar que o dinheiro do auxilio emergencial que estavam em suas respectivas contas bancárias, desapareceu, em parte ou totalmente, assim que foi depositado.
Uma internauta postou ontem (17) no aplicativo Facebook que seu auxílio emergencial sumiu. Ela disse que denunciou junto a gerência do Caixa Econômica e registrou boletim de ocorrência. Pasmem, o que ela descobriu: cloraram os documentos e usaram o benefício para pagar uma universidade, aqui em Três Lagoas.
De acordo com a uma outra moradora em Três Lagoas seu benefício foi transferido para outra conta sem sua aprovação. Ela contou que ao tentar sacar o valor na data determinada pela Caixa, foi informada que a quantia não estava mais presente em sua conta.
Para evitar cair nesses golpes e ter dados roubados, é importante que o cidadão se utilize única e exclusivamente dos canais oficiais da Caixa ou do Governo para buscar informações e acessos aos serviços.
Nesses meios são utilizados vários fatores complementares de segurança baseados em informações, código de verificação, além do próprio dispositivo para garantir o devido nível de segurança do processo, assim, podemos garantir que ao utilizar os aplicativos oficiais da Caixa as informações e transações dos clientes estarão seguras.
O banco esclarece ainda que não envia SMS com link. Para se assegurar que as transações dos clientes sejam feitas com segurança, a Caixa utiliza diversos recursos para proteger as contas e operações financeiras. Mas apesar dos dispositivos de segurança nas plataformas digitais do banco, o cliente deve estar sempre atento a qualquer atividade e situação não usual, e principalmente não clicar em links recebidos por SMS, WhatsApp ou redes sociais para acesso a contas e valores a receber, desconfiando de informações sensacionalistas e de “oportunidades imperdíveis”.
O banco reforça que qualquer tentativa de contato com o cidadão pode ser caracterizada como tentativa de fraude e deve ser desconsiderada, bloqueada e reportada aos órgãos fiscalizadores competentes.
Segundo a Caixa, os criminosos se utilizam das seguintes "iscas" para conseguir acesso aos dados das pessoas:Aplicativos sobre o Auxílio Emergencial e Coronavírus não oficiais (do governo); Registro para receber vacina, álcool em gel, máscaras e outros produtos; Agendamento de testes da covid-19 e Links no WhatsApp e SMS que prometam coronavoucher; álcool gel; vacinas e medicamentos; agendamento de auxílio emergencial.