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Duas pessoas são ouvidas no caso do feto encontrado em Três Lagoas

Há um verdadeiro mistério sobre quem deixou o corpo de um bebê, do sexo feminino, dentro de um saco plástico transparente ao lado de um bueiro, no cruzamento da Avenida Jari Mercante com a Rua João Gonçalves de Oliveira - no Bairro Jardim Alvorada - próximo ao quartel do Exército, no dia 7 de dezembro de 2017, em Três Lagoas.

Hojemais Três Lagoas - Albecyr Pedro
05/08/18 às 06h26
(Arquivo)

Há um verdadeiro mistério sobre quem deixou o corpo de um bebê, do sexo feminino, dentro de um saco plástico transparente ao lado de um bueiro, no cruzamento da Avenida Jari Mercante com a Rua João Gonçalves de Oliveira - no Bairro Jardim Alvorada - próximo ao quartel do Exército, no dia 7 de dezembro de 2017, em Três Lagoas.

O caso foi registrado como infanticídio na 2ª Delegacia de Polícia Civil de Três Lagoas, localizada no Bairro Vila Piloto. Segundo o Delegado Titular, Juvenal Laurentino Martins, o inquérito foi encaminhado ao Setor de Investigações Gerais (SIG).

As perguntas são: quem teve a coragem de abandonar o corpo de uma criança naquele local? Quais os motivos que levaram a pessoa ou as pessoas a cometerem este crime? São vários os questionamentos. O mistério continua e a Polícia Civil tenta desvendar este que é considerado um enorme quebra-cabeça.

Conforme apurado pelo Hojemais, após quase oito meses do episódio, duas pessoas foram ouvidas.

O Delegado do SIG, Ailton Pereira de Freitas - sem contar muitos detalhes - apenas disse que as investigações para descobrir a autoria deste crime continuam firmes e que o processo vem sendo mantido em sigilo.

Ninguém, por enquanto, foi preso.

Relembre o caso

O corpo de um bebê foi encontrado por um gari, que realizava um trabalho de limpeza nas vias atrás do quartel do Exército de Três Lagoas, dia 7 de dezembro do ano passado.

Ao se aproximar, avistou um saco plástico todo ensanguentado e observou que dentro dele havia roupas e um “pezinho” para fora.

O servidor público chamou outros companheiros que também trabalhavam próximo da região e confirmaram a suspeita de que se tratava do corpo de um bebê e entregaram a um policial lotado na Polícia Militar Ambiental (PMA) que passava pelo local e que, imediatamente, acionou a Polícia Militar.

O local foi isolado até a chegada de uma equipe da Perícia Técnica da Polícia Civil. O corpo da criança foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) de Três Lagoas.

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