O Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) ainda aguarda para concluir o relatório sobre a queda da aeronave na cidade de Brasilândia em fevereiro de 2018, que vitimou o piloto e empresário Danilo César Carromeu Domingues, que na época do acidente tinha 47 anos.
De acordo com o relatório que está em andamento no órgão, a aeronave pilotada por Domingues, decolou do aeródromo de Presidente Prudente (SBDN) com destino ao aeródromo de Coxim (SSCI), cidade distante 568 quilômetros de Três Lagoas, para um voo privado, com um piloto a bordo. Após voar por aproximadamente 110 milhas náuticas a aeronave veio a colidir com o solo na zona rural de Brasilândia e se incendiou. A aeronave ficou destruída. Domingues sofreu lesões fatais.
Segundo a Assessoria de Comunicação da FAB (Força Aérea Brasileira), instituição a qual o Cenipa é subordinado não há prazo para conclusão das investigações.
O objetivo da investigação realizada pelo Centro é prevenir que novos acidentes com características semelhantes ocorram.
ACIDENTE
A aeronave caiu por volta das 8 horas, do dia 27 de fevereiro de 2018, na fazenda São José da Alvorada, distante 150 quilômetros da área urbana de Brasilândia, após decolar do aeroporto de Presidente Prudente com destino a Coxim.
Testemunhas contaram à Polícia Civil que o avião do empresário voava baixo e de forma irregular com as asas e a cauda. Antes da queda, a aeronave circulou a área da sede da fazenda por três vezes - em cada uma delas perdendo mais altitude - até que entrou em um movimento de parafuso e se chocou com o solo.
Antes de cair, a aeronave teria emitido um sinal de alerta ao radar que captou a mensagem e a transferiu para a equipe de buscas do Esquadrão Pelicano SC- 105 em Campo Grande, que imediatamente enviou um helicóptero para o local.
Chovia na região na hora do acidente.
