O juiz de direito Rodrigo Pedrini Marcos reagendou a última etapa do julgamento dos acusados de matarem o policial militar aposentado Otacílio Pereira de Oliveira.
O advogado de um dos réus pediu o encerramento da sessão e a dissolução do Conselho de Sentença, porque durante o julgamento, no dia 13 de junho, uma jurada que está gravida passou mal e a sessão precisou der interrompida.
A defesa alegou que a interrupção pela saída da jurada prejudicou o raciocínio jurídico o que trouxe grande prejuízo ao acusado. A sessão foi reagendada para o dia 11 de julho às 9 horas.
Esta é a segunda vez que o julgamento dos seis acusados é reagendado. A última etapa do julgamento estava marcada para o dia 30 de maio, mas precisou ser cancelada, devido à greve dos caminhoneiros.
Ainda serão julgados Douglas dos Santos Almeida, Ederson Santos de Oliveira, Fernando Anselmo dos Santos, Francolino Teixeira da Silva, Luiz Felipe Miranda Rios Saito e Michel Cazeto Ortiz.
Otacílio tinha 60 anos e trabalhava como mototaxista. Ele foi morto em uma emboscada por volta das 23 horas, quando chegava em sua casa, no bairro Osmar Ferreira Dutra.
O policial recebeu quatro tiros, sendo dois nas pernas e dois na barriga. A vítima foi levada ao hospital, mas morreu na madrugada do dia 7 de março de 2013.
A ordem para a execução, segundo a Polícia Civil, veio do comando dos estados de São Paulo e Paraná e foram repassadas ao grupo pelo presidiário da Máxima, Marcos Barbosa, 36 anos conhecido como ‘Pinduca’. Determinação, esta, que serviria para demonstrar a força da facção.