Após a morte de Rafael Jorgino Elias da Silva, de 23 anos, na manhã da última terça-feira (5) em virtude de um espancamento, a Polícia Civil investiga as circunstâncias e a autoria do crime.
De acordo com a Assessoria de Comunicação do Hospital Auxiliadora onde a vítima estava internada, ele deu entrada no último sábado (2), às 07h56 com crise convulsiva, além de hematomas no braço esquerdo e traumatismo craniano encefálico.
Ainda segundo a assessoria, assim que chegou ao local, a vítima foi atendida, medicada, realizou exames, porém, devido à gravidade, acabou sendo levado para a ala da UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
COMO ACONTECEU
Após a vítima dar entrada no Hospital Auxiliadora por volta das 7h50 do último sábado (2) com sinais de espancamento, uma enfermeira acionou a Polícia Militar.
No local, em contato com a profissional da saúde, ela contou que a vítima chegou com crise de convulsões, além de cortes na parte posterior do crânio e um corte maior na testa.
Ainda segundo a enfermeira, ela entrou em contato através de um número de telefone constante na ficha do paciente, e falou com uma mulher que se passou apenas por uma conhecida.
Conforme a profissional, a mulher informou a ela que não sabia o paradeiro do homem. Porém, após falar com a mãe da vítima, ela informou que a pessoa que havia atendido o telefonema anteriormente era a sua nora.
De posse do endereço da esposa da vítima, os policiais neste momento, se deslocaram a residência e em contato com a mulher, obtiveram a informação que ele teria aparecido pela manhã com os ferimentos e que o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) o resgatou ao hospital.
A mulher negou a participação em qualquer agressão e esclareceu que um conhecido, morador do bairro Vila Alegre, estaria de posse de seus documentos pessoais, além do cartão de saque de benefício.
Segundo a mulher, o marido é consumidor de bebida alcoólica, e o conhecido tem a posse do cartão.