CURTO E GROSSO
Conforme foi dito na edição anterior desta coluna, durante homenagem aos 12 ex-prefeitos de Brasilândia, nas comemorações de seu cinquentenário, o primeiro prefeito, Marques Neto, arrancou aplausos da plateia, principalmente quando disse que, ao anunciarem emendas para o município, eles não estavam fazendo mais que a obrigação.
LÍNGUA SOLTA
Sem papas na língua, ao lembrando que em sua época de prefeito a prefeitura sequer tinha orçamento, além de nenhum outro tipo de recurso externo, Marques Neto disse não saber aonde são aplicados tantos milhões que as prefeituras recebem atualmente.
SEM CLIMA
E o ponto alto do evento foi o atual prefeito Jorge Diogo (PT) homenageando o ex-prefeito Antônio de Pádua Thiago (PMDB) que são desafetos e devem se enfrentar nas próximas eleições municipais.
QUE DESELEGANTE!
E causou estranheza a ausência da vice-prefeita (rompida com o prefeito) e filha da ex-prefeita Marilza Maria Rodrigues do Amaral que não foi receber a homenagem à mãe, já falecida. Acabou sobrando para o primo vereador e opositor ferrenho da administração municipal, Alexandre Rodrigues, que recebeu a homenagem da tia.
VOTO DE SILÊNCIO
Ainda em Brasilândia, o vereador Jorge Madeira (DEM) fez voto de silencio ate o fim do mandato por ter sido "traído" pelos colegas e ter perdido a presidência da Câmara depois de seis anos no cargo. Desde a posse da nova Mesa ele não usa a tribuna. Aliás, como o faz cinco dos nove parlamentares brasilandenses. Por conta disto, há sessões que não dura mais que 40 minutos.