SACO SEM FUNDO
Dias atrás um jovem conversava com este colunista sobre a dificuldade de vereadores que concorrem às eleições de deputado em acumular dinheiro ou pelo menos adquirir alguns bens. Apesar do salário não muito baixo que recebem (R$ 10 mil brutos), o patrimônio de alguns, com uns mandatos nas costas, continuam zerados.
ANALISAR É PRECISO
Na concepção do jovem, o eleitor tem que analisar a situação atual e o levantar a vida pregressa financeira do candidato, afim de saber se ele vai tratar bem a coisa pública, sobretudo, aqueles que almejam um cargo no poder executivo, e exemplifica: “Se não deu conta de cuidar de seu patrimônio particular, como administrará nossa cidade?”.
CRITICAR É PRECISO
Como diz o ditado, nem Jesus Cristo conseguiu agradar a todos. E não será diferente com os políticos. Assim, a maioria dos eleitores segue com os seus julgamentos: se acumulam dinheiro, acusam de enriquecimento ilícito; caso não possuam bem algum, a crítica é de que são maus administradores.
SEM GRANA
Se nas eleições mais recentes a contratação de cabos eleitorais foi mínima devido a falta de recursos e por outras formas de fazer campanha adotada pelos candidatos, nas eleições deste ano espera-se por uma redução ainda menor. As principais apostas dos candidatos para angariar votos são as redes sociais e, principalmente, o horário eleitoral gratuito de rádio e televisão. Quem esperava levantar uns trocados, pode tirar o cavalinho da chuva.
SEIS POR MEIA DÚZIA
Este o sentimento de todos ao tomarem conhecimento de quem será o novo técnico da Seleção Brasileira. Como não poderia ser de outra forma, as zoações com o capitão do tetra já bombam nas redes sociais. Veja algumas: “As pessoas que apoiam dunga de volta na seleçao é o tipo de gente que volta com ex”; “tanto anão bom tinham que escolher bem o dunga”. “O Dunga é tão “bom”(??????) que não resistiu 6 meses como técnico do Internacional…. entenderam…. agora a Brasil perde de 20 a zero!!!!! SOCORRO”