DOIS A ZERO
Em conversa com este colunista, o vereador Jorge Martinho (PSDB) comentou a respeito dos dois a zero obtidos sobre o Executivo durante a sessão da Câmara de terça-feira (9): a derrubada do veto ao projeto do colega Klebinho, que permite comerciantes colocarem mercadorias sobre a calçada e a aprovação do Projeto que dá livre acesso às repartições públicas municipais.
NA TRAVE
E Martinho ainda comentou que, por pouco não foram três a zero, referindo-se ao pedido da prefeita para aumentar os salários dos médicos. O regime de urgência só não foi derrubado, porque o líder da prefeita, Antônio Rialino (PMDB) retirou o projeto de pauta.
A FAVOR DOS COLEGAS
Vale lembrar que na votação das duas matérias foi necessário o voto de minerva do presidente da Câmara, Jorginho do Gás (PSDB). Conforme já havia dito anteriormente, o tucano não vota contra os próprios colegas.
“BASE É BASE!”
Quem não gostou nem um pouquinho da forma como os vereadores da Base votaram foi o líder Rialino e seus colegas de partido. “Alguma coisa precisa ser feita urgentemente; base é base”, ponderou. Para ele, mecanismos têm de ser adotados pelo partido para forçarem os vereadores da bancada a seguirem a orientação da liderança.
CLIMA TENSO
Antes da votação desse projeto os debates foram acalorados e o clima ficou tenso no plenário com alguns vereadores esbravejando e caminhando de um lado para o outro.
NÃO ÀS PRESSÕES
E pelos bastidores corriam boatos de que o vereador interino Amilson Torres (PSB) teria sido advertido de que se votasse no projeto de Jorge Martinho, a titular Marisa Rocha voltaria a assumir a vaga. Mas ele acabou não cedendo às pressões e votou com a sua consciência. Segundo ele, a prefeita entendeu seu posicionamento.