Corre às bocas miúdas que o Governo de MS teria dado ordem para que não haja reprovação nas séries iniciais (primeiro ao quinto ano) em todo Estado, independentemente do nível de aprendizado do aluno. A ordem seria reprovar, no máximo, dois alunos por sala. Tudo para que o Estado apareça bem na avaliação do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).
ASSASSINANDO A GRAMÁTICA I
Na coluna de ontem comentei sobre o esquecimento da prefeitura de colocar uma faixa parabenizando André Puccinelli entrega do residencial Novo Oeste. Voltamos às faixas nesta coluna para destacar que apenas o vereador Gilmar Tosta grafou corretamente a palavra três-lagoense, enquanto que os outros políticos escreveram sem o hífen, inclusive a Prefeitura.
PIMENTA É CULTURA!
Para os desavisados, que insistem em chamar os habitantes da Cidade das Águas de três-lagoenses, vai a dica todo adjetivo gentílico (aquele que indica o local onde a pessoa nasceu) formado pela combinação de palavras é hifenado. Em relação à Prefeitura, alguém perguntou: “será que passou pela Comunicação?”.
PERGUNTAR NÃO OFENDE
Na quarta-feira (4), os vereadores Jorge Martinho (PSD) e Gil do Jupiá (PSD) foram a Aparecida do Taboado investigar se a decoração de lá não era mesmo a que se usou no ano passado em Três Lagoas. Um leitor da coluna fez a seguinte pergunta: “Será que eles receberam diária para isso?”. Com a palavra os nobres parlamentares.
ASSASSINADO A GRAMÁTICA II
Por falar em Gil, em conversa com este colunista, via Face, ele confidenciou que o vereador Jorge disse ser ele um parceiro ideal. “Nóis (sic) senta o pal (sic).” Questionado até quando irá essa parceria, ele garantiu que até 2016. Sera?