Uma alimentação saudável na infância possibilita uma base para o desenvolvimento da criança, além de criar hábitos que serão levados para a vida toda. Além de ajudar na prevenção de doenças, fortalecendo o sistema imunológico e evita a falta de vitaminas e minerais.
Para a pediatra
Dra. Karina Moura (CRM-MS 6956 / RQE 3906 - RQE 4083)
, essa alimentação deve ser diversificada, com uma variedade de frutas, legumes e alimentos a serem introduzidos nas refeições dos pequenos. Ao Portal Hojemais, a médica explicou como isso pode ser feito.
“Até os 6 meses, deve-se dar apenas o leite para o bebê. Depois desse período, pode começar a introdução gradual dos alimentos e manter a amamentação. Esses hábitos alimentares podem ser mantidos até os 2 anos, ou mais, com a criança experimentando de tudo um pouco” – conta.
Dra. Karina Moura (CRM-MS 6956 / RQE 3906 - RQE 4083)
Segundo a profissional, é de extrema importância priorizar o consumo de alimentos considerados “de verdade”, entre frutas, carnes e vegetais. Dessa forma, as crianças têm contato e ingerem todos os nutrientes necessários para seu fortalecimento, como proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, fibras e minerais nas quantidades adequadas.
“No período de introdução alimentar, as papinhas são alternativas excelentes para o bebê, elas chegam a variar em papas de frutas e salgadas, até completar 8 meses, quando começa a receber alimentação básica junto com a família” – acrescenta.
As principais dicas são escolher alimentos menos processados, oferecer água para a criança em vários momentos do dia e fornecer um ambiente de aprendizado e experiências positivas para a refeição.
Como deixar a alimentação algo leve e divertido?
Todos os aspectos de uma alimentação saudável podem ocorrer naturalmente, sem extremismos e neuras. O melhor exemplo de bom consumo de alimentos que uma criança pode ter é seus pais.
“O momento da refeição tem que ser algo tranquilo e à vontade para a criança, para que isso aconteça, é possível criar memórias afetivas e fazer a alimentação ser equilibrada e descontraída” – comenta.
Caso a criança recuse as opções, uma alternativa é ser criativo e diferenciar a dieta, para que ela tenha todos os nutrientes que precisa em seu prato. Assim como, é essencial não pular refeições, ter uma rotina em casa que facilite a implementação de hábitos.
“A alimentação saudável não é algo impossível de ser seguido, basta ter paciência e não forçar seu filho a comer o que ele não aceita. Com algumas crianças, é preciso oferecer muitas vezes até que aceite e coma o alimento” – conclui.
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