Durante a infância, diversas doenças despertam preocupação nos pais e responsáveis, exigindo atenção e cuidados especiais. Entre essas doenças, a meningite se destaca pela sua gravidade e impacto na saúde infantil, além de afetar crianças e adultos, em cerca de 150 mil casos no Brasil a cada ano, com vários tipos que podem causar problemas como surdez ou lesões cerebrais.
A Dra. Karina Moura (CRM-MS 6956 / RQE 3906 - RQE 4083),
pediatra e neonatologista, compartilhou informações cruciais com o Hojemais Três Lagoas sobre a meningite, ela detalhou os principais sintomas da doença, métodos de prevenção e a importância de uma intervenção precoce.
De acordo com a médica, existem pelo menos 12 tipos de meningite, sendo as mais comuns a meningite bacteriana e a meningite viral. A meningite bacteriana é a mais grave e requer tratamento imediato com antibióticos, enquanto a meningite viral, geralmente menos severa, muitas vezes se resolve sozinha com cuidados de suporte.
“Os sintomas são diferentes em cada caso e surgem de forma rápida, muitas vezes se assemelhando com sintomas gripais. A febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos, sensibilidade à luz, pescoço rígido e manchas na pele, acompanhadas de convulsões, são os sinais mais comuns” – afirma.
Em crianças menores, os sintomas podem ser menos específicos, como irritabilidade, choro persistente, sonolência excessiva e recusa alimentar. É importante manter-se atento também a palidez anormal, dores nas pernas, variação no estado de consciência e calafrios.
A doença é transmitida por contato com secreções respiratórias, como tosse, espirro e até mesmo pelo beijo, pode ser transmitida através do contato próximo e prolongado com uma pessoa infectada. A meningite pode ser transmitida por uma bactéria, e acometer os indivíduos mais de uma vez.
A Dra. Karina destaca que a prevenção é a chave para combater a meningite. A vacinação é a medida preventiva mais eficaz, protegendo contra os principais agentes causadores da doença. No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece vacinas contra meningococo, pneumococo e Haemophilus influenzae tipo b (Hib), que são essenciais para a proteção das crianças desde o nascimento, como a BCG.
“Além da vacinação, outras medidas preventivas incluem a prática de boa higiene, como lavar as mãos regularmente e evitar o compartilhamento de utensílios pessoais. Em ambientes comunitários, como escolas e creches, é fundamental manter a vigilância para identificar rapidamente casos suspeitos e evitar surtos.” – ressalta.
A intervenção precoce é vital para reduzir as complicações e melhorar o prognóstico das crianças afetadas pela meningite. Ao identificar os sintomas iniciais, os pais devem procurar imediatamente atendimento médico. O diagnóstico rápido, seguido de um tratamento adequado, pode fazer a diferença entre a recuperação completa e a ocorrência de sequelas graves.
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