Bebês e crianças em desenvolvimento gostam de explorar o ambiente e todo o universo que estão conhecendo e se adaptando, com isso, alguns acidentes e imprevistos podem acontecer. Nessa caminhada de brincadeiras, os pais e responsáveis se assustam quando os pequenos caem e batem a cabeça, que são comuns nos primeiros anos.
Apesar do desespero impulsivo, há como reagir e agir de forma atenciosa e cuidadosa com a criança, sem perder a calma, é o que orienta a renomada pediatra
Dra. Karina Moura (CRM-MS 6956 / RQE 3906 - RQE 4083).
Ao Portal Hojemais, a médica compartilha como lidar e remediar a situação.
“Quando a criança fica inconsciente, se torna um caso grave e é preciso encaminhá-la para o pronto-socorro. Dessa forma, é recomendado evitar mexer na cabeça do bebê e chamar o Samu. Caso contrário, os pais devem estar atentos a sinais para buscar ajuda médica” – conta.
Os principais sinais de alerta são: vômitos, sonolência, dificuldade para andar ou perda de equilíbrio, irritabilidade, dores de cabeça, confusão mental, sangramentos e mudanças na fala ou respiração. Se os menores apresentarem ferimentos abertos, é indicado a lavagem com água corrente e soro fisiológico para evitar infecções.
A pediatra ressalta que, quando acontecem esses tipos de acidentes, não se pode esquecer de acalmar os pequenos e confortá-los, pois o susto da queda e da batida é capaz de complicar o episódio.
“As quedas de bebês menores de três meses de idade e de crianças de até dois anos de uma altura de 1 metro, ou qualquer queda de lugares altos, são consideradas quedas graves que podem causar traumas na cabeça e, por isso, é necessário atendimento e orientação médica imediata” – afirma.
Em batidas simples, o galo pode ser tratado com compressas geladas, com pressão moderada e sacolas ou panos com gelo, em cima do local por poucos minutos. O gelo picado é mais maleável e mais fácil para a criança.
Como prevenir outras quedas e batidas?
Os acidentes são recorrentes e podem ser resolvidos com facilidade, no entanto, é possível aumentar a segurança do ambiente de convivência dos pequenos para reduzir ainda mais as ocorrências. Entre as medidas de proteção, está a instalação de telas e grades em janelas, sacadas e escadas vazadas.
Além disso, colocar tapetes antiderrapantes em pisos escorregadios e organizar móveis longe das janelas são alternativas para dificultar os acidentes. É importante evitar que as crianças brinquem em escadas ou perto de locais inapropriados, utilizar protetores de canto e cuidar para os baixinhos não se pendurarem nos móveis.
“Ao adotar essas precauções e estando preparados para agir com rapidez e serenidade, podemos proporcionar um ambiente mais seguro e protegido para nossas crianças, permitindo que elas explorem e aprendam com confiança e tranquilidade. Na jornada do cuidado infantil, é essencial agir com calma e atenção, pois são as pequenas ações que fazem toda a diferença na segurança e no bem-estar das crianças” – completa.
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