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Câncer de ovário é difícil de rastrear e possui alta letalidade. Conheça os sintomas e saiba como se prevenir!

Por ser um câncer silencioso e sem um exame específico para rastreamento e detecção precoce, a letalidade da doença é alta quando comparada a chance de uma mulher desenvolver o tumor e segundo o INCA, estima-se que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil cerca de 6.650 novos casos de câncer de ovário. 

Julia Rafaela  - Hojemais Três Lagoas 
26/05/22 às 18h00

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se que para cada ano do triênio 2020/2022, sejam diagnosticados no Brasil cerca de 6.650 novos casos de câncer de ovário, doença que ocupa o quinto lugar de morte por câncer entre as mulheres e ainda mais comum após os 63 anos ou mais.

Por ser um câncer silencioso e sem um exame específico para rastreamento e detecção precoce, a letalidade da doença é alta quando comparada a chance de uma mulher desenvolver o tumor. Cenário que pode ser explicado por essa dificuldade que ainda existe no diagnóstico da doença, por isso, hoje cerca de 75% dos casos são descobertos quando já estão em estágio avançado. Um cenário preocupante segundo o Instituto do Câncer Brasil de Três Lagoas. 

Quais os sintomas do câncer de ovário

Os médicos do ICB Três Lagoas explicam que na fase inicial o câncer de ovário não causa um sintoma específico, mas conforme o tumor cresce é comum que as mulheres sintam pressão, dor ou inchaço no abdômen, na pelve, nas costas ou nas pernas, gases e mudanças na atividade intestinal (constipação ou diarreia) e cansaço constante. Todas essas mudanças podem facilmente ser confundidas com outras doenças ou condições, entretanto, quando elas surgem é importante buscar o auxílio de um médico ginecologista ou então relatar o quadro para um clínico geral, que deverá fazer o encaminhamento do caso. 

Fatores de risco

Conforme citado anteriormente, a idade avançada é um dos fatores de risco, mas não o único. 

“Condições reprodutivas e hormonais também servem de alerta, isso porque mulheres que possuem problemas com infertilidade tem mais chances de desenvolver o câncer do que aquelas que tomam pílula anticoncepcional via oral ou já tiveram vários filhos. Por outro lado, mulheres que nunca tiveram filhos estão mais propensas ao desenvolvimento do câncer” – explicam. 

No que tange às condições hormonais, a primeira menstruação precoce (antes dos 12 anos) e a idade tardia na menopausa (após os 52 anos) podem estar associadas a risco aumentado de câncer de ovário. 

Além disso, o histórico familiar de câncer colorretal e de mama também estão associados ao desenvolvimento do câncer de ovário, assim como fatores genéticos e excesso de gordura corporal. 

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Como se prevenir do câncer de ovário

Para os profissionais do Instituto do Câncer de Três Lagoas, em primeiro lugar é importante que as mulheres estejam atentas aos fatores de risco, pois isso já é a primeira alerta. Segundo, manter em dia as consultas ginecológicas, que após os 50 anos devem ser ainda mais frequentes. 

Destaca-se, que o Papanicolau não detecta o câncer de ovário e sim o de colo de útero, por isso a importância de uma investigação mais profunda mediante aos sintomas e fatores de risco. 

Métodos de tratamento 

Os médicos esclarecem que há pouco tempo atrás, o tratamento se restringia a quimioterapia ou cirurgia para retirada do tumor, entretanto, com os avanços na área médica e farmacêutica, hoje existe uma nova classe de medicamentos, os inibidores de PARP, que tem apresentado bons resultados em casos de câncer avançado. O medicamento pode beneficiar mulheres com ou sem mutação genética, como BRCA1 e BRCA2, que aumenta o risco de acometimento pela doença. 

O gene se popularizou com a atriz Angelina Jolie, que por meio de um teste genético descobriu a mutação e optou pela mastectomia preventiva, que é a retirada dos seios, isso porque a mutação aumenta em até 85% as chances de desenvolvimento do câncer de mama. 

No caso do câncer de ovário, cerca de 15% das pacientes apresentam mutação no BRCA. Estima-se que 44% daquelas que herdam a mutação BRCA1 e 17% das que possuem a mutação BRAC2 desenvolverão a doença até os 80 anos. 

“O teste genético pode ser uma orientação para casos de histórico familiar ou sintomas da doença, sempre orientado por um médico especialista é claro, entretanto, ele também pode ser visto como uma alternativa de prevenção. Destaca-se, que o mês de maio é voltado para o combate e detecção precoce do câncer de ovário, por isso o recado é: não negligencie os sinais e muito menos as consultas preventivas, pois isso pode ser a chave para a cura da doença”- finalizaram

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Referência em tratamento oncológico, o Instituto do Câncer Três Lagoas é especializado em tratamentos de câncer com um corpo clínico de profissionais renomados e altamente qualificados. Através de um atendimento personalizado, o Instituto oferece tratamentos resolutivos e humanizados, priorizando o conforto e bem-estar dos pacientes. Por atuar fortemente com a prevenção de doenças, o Instituto agora possui uma unidade de vacinas para Três Lagoas e região. Além de manter o alto padrão de excelência do Instituto, o ICB Vacinas possui uma infra-estrutura lúdica e completa, equipe técnica capacitada e equipamento de ponta, a fim de garantir um serviço eficiente e de qualidade

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