Você sai com aquela amiga que já fazia tempo que não via. No meio do caminho, pergunta: “Aonde nós vamos?”, e ela responde “Ah... Pode escolher”. Pronto, a dúvida está feita. Se já é difícil tomar decisões desse tipo, que dirá grandes decisões.
Trocar de carro ou ficar com o que está. Comprar uma casa ou alugar. Aceitar a proposta de emprego inovadora ou continuar onde está. Falar ou não falar aquele assunto delicado. São tantas dúvidas que podem circundar nossa cabeça acerca de uma posição, que mostra cada vez mais como é difícil tomar decisões – com a menor margem possível de arrependimento.
As decisões estão mais presentes em nossas vidas do que imaginamos. Sem nos darmos conta, fazemos diversas escolhas durante o dia.
Comece colocando todos os seus pontos, positivos e negativos, na balança. O que vai melhorar, o que vai ficar mais difícil. Vantagens e desvantagens. Tudo em que a sua decisão pode interferir.
A regra é clara: nunca vai ser 100% sim ou 100% não, é você quem deve decidir, por isso pesar os benefícios e prejuízos é o melhor caminho.
Assim, você decide consciente sobre o que pode mudar. Por exemplo, o financiamento de uma casa vai te oferecer um local para chamar de seu, uma propriedade sua, mas com ele vem parcelas duradouras, uma dívida.
Tudo depende do quanto você está disposto a enfrentar uma decisão. Sendo assim, uma grande decisão pode ser entendida como uma escolha que tem impacto considerável.
A indecisão pode fazer com que fiquemos sem paciência, e isso gera atitudes por impulso. Tome cuidado! Não tome decisões no calor do momento. Consulte pessoas de confiança, reveja a sua análise, pense com carinho.
Além disso, desenvolva suas competências para tomar decisões. Nunca será fácil. Pode ser que amanhã mesmo você receba a proposta de emprego dos sonhos, mas continue amando seu atual emprego. Ter consciência sobre sua capacidade de decidir e não fazê-lo no impulso é a chave para o sucesso.
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