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Dra. Karina Moura fala sobre as causas do refluxo gastroesofágico em bebês

A Dra. Karina Moura, pediatra especializada em neonatologia explica ao Hojemais Três Lagoas os sintomas e as causas do refluxo, assim como os sinais de alerta.

Isabele Araujo - Hojemais Três Lagoas
08/09/23 às 14h30

O refluxo gastroesofágico é uma condição comum em bebês, principalmente nos primeiros meses. Ele é caracterizado pelo retorno do leite após as mamadas várias vezes no dia, sem outros sintomas associados. No entanto, existem casos mais graves que podem ser diagnosticados como a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), que além de vomitar apresenta irritabilidade, choros frequentes, recusa ou diminuição das mamadas, piora do choro de acordo com a posição do bebê, dificuldade de dormir e perda ou estagnação do peso.

A Dra. Karina Moura (CRM-MS 6956 / RQE 3906 - RQE 4083), pediatra especializada em neonatologia, explica ao Hojemais Três Lagoas os sintomas e as causas do refluxo, os sinais de alerta e como diferenciar o refluxo da Doença do Refluxo Gastroesofágico.

Dra. Karina Moura (CRM-MS 6956 / RQE 3906 - RQE 4083)

Segundo a médica, as crianças menores são as que mais enfrentam esse processo, isso porque a válvula que liga o estômago ao esôfago ainda não está completamente desenvolvida. O estômago dos recém-nascidos é como um copinho sem tampa e o simples fato de eructar pode causar vômitos e regurgitações frequentes, assim como algumas posições e maneiras de ninar o bebê.

“Normalmente, o refluxo em bebês são as conhecidas gorfadas, que vão diminuindo com o crescimento e devem desaparecer até por volta dos 18 meses. Quando a criança não apresenta dores e desconfortos, ou dificuldades no crescimento, não há necessidade de preocupações” – esclarece.

Causas:

O refluxo fisiológico costuma estar associado a falta de maturidade do sistema digestivo do bebê, assim como a alimentação líquida e a posição deitada favorecem o retorno dos alimentos pela válvula, o esfíncter esofágico. Enquanto a DRGE é causada pelo relaxamento inadequado do esfíncter esofágico, como um desequilíbrio no organismo que facilita a volta do suco gástrico para o esôfago.

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Sintomas e sinais de alerta:

Os principais sintomas do refluxo são o vômito e a regurgitação, que podem estar acompanhados de desconfortos abdominais e irritabilidade. Enquanto a DRGE, também chamada de refluxo patológico, além dos vômitos, pode apresentar problemas duradouros que atrapalham o crescimento.

“Os sinais de alerta são choros intensos, perda de peso, vômitos. A Doença do Refluxo Gastroesofágico é caracterizada pelo vômito anormal e persistente, que pode atrapalhar o ganho de peso da criança” – ressalta.

Tratamento:

“O acompanhamento com pediatra é sempre o mais recomendado, para que possa ser investigado e analisado cada situação, para assim ser dado um tratamento adequado. O tratamento consiste em medidas posturais antirrefluxo e tratamento medicamentoso” – afirma. 

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Referência em Pediatria, a Dra. Karina é formada em Medicina pela PUC Campinas com especialização em Neonatologia. Desenvolve um trabalho com foco na evolução neuropsicomotor dos bebês, desde o nascimento até 5 anos de idade com bebês prematuros, e os nascidos no tempo certo. Com atendimento a todas as doenças da infância.

 

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