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O que a Sociedade Brasileira de Pediatria diz a respeito da vacinação contra a Covid-19 em crianças? Entenda!

Em carta aberta à população, a Sociedade Brasileira de Pediatria em conjunto com a Sociedade Brasileira de Imunização e Infectologia afirmam que as chances de uma criança ter quadros graves de covid-19 superam qualquer risco de evento adverso relacionado à vacina da Pfizer.

Julia Rafaela  - Hojemais Três Lagoas 
20/01/22 às 08h25

No dia 16/12/2021, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), autorizou o uso da vacina Pfizer contra a Covid-19 em crianças de 5 a 11 de anos de idade no Brasil. O assunto ganhou repercussão, dividindo opiniões acerca da decisão tomada pela Agência. Diante desse cenário, destaca-se a importância da busca por informações em ambientes seguros, visando o esclarecimento das dúvidas e a não reprodução de novas “fake news”. 

Foi pensando nisso, que o Portal Hojemais conversou com a pediatra e neonatologista da Clínica Vivere Três Lagoas, Dra. Karina Moura Dias (CRM/MS 6956 – RQE 3906), que abordou o posicionamento das sociedades médicas brasileiras, que pontuaram os benefícios da vacinação e esclareceram se a ação coloca em risco ou não a saúde das crianças. Para saber mais, continue a leitura e confira! 

Imagem ilustrativa

Em carta aberta à população, a Sociedade Brasileira de Imunização em conjunto com a Sociedade Brasileira de Infectologia e Pediatria, afirmam que as chances de uma criança ter quadros graves de covid-19 superam qualquer risco de evento adverso relacionado à vacina da Pfizer. 

No documento publicado, afirma-se que: 

“Existem publicados estudos de fase 1/2 e 3 em crianças deste grupo etário, mostrando que após duas doses da vacina Comirnaty em uma apresentação com 10 µg (1/3 da apresentação utilizada em adolescentes e adultos) as crianças de 5-11 anos apresentaram uma resposta de anticorpos neutralizantes em concentrações similares às observadas em adolescentes e adultos de 16-25 anos, preenchendo os critérios propostos de demonstração de não inferioridade. Além disso, houve demonstração de eficácia de 90.7% (IC95%, 67,7 a 98,3%) para a prevenção da COVID-19 pelo menos 7 dias após a segunda dose e em um período de aproximadamente 2-3 meses”. 

Ainda de acordo com a carta apresentada, durante os estudos não foram observados eventos adversos graves associados à vacinação. Contudo,  a SBIm, a SBP e a SBI manifestam-se favoráveis à autorização, por entenderem que os benefícios da vacinação na população de crianças de 5 a 11 anos, com a vacina Comirnaty, no contexto atual da pandemia, superam os eventuais riscos associados à vacinação.

Hoje, a vacina já está em uso em crianças de 5 a 11 anos em 30 países, e cerca de 10 milhões de doses foram aplicadas somente nos Estados Unidos e no Canadá. Entre as mais de 8 milhões de crianças vacinadas no país, 4% tiveram eventos adversos pós vacinação, e, entre esses casos, 97% foram leves, é o que afirma Eduardo Jorge da Fonseca Lima, Membro do Departamento Científico de Imunizações da SBP. 

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Imunizante

De acordo com a Anvisa, a tampa do frasco da vacina é da cor laranja, para facilitar a identificação pelas equipes de vacinação e também pelos pais, mães e cuidadores que levarão as crianças para serem vacinadas. Para os maiores de 12 anos, a vacina, que será aplicada em doses de 0,3 ml, terá tampa na cor roxa.

Quais reações esperar? 

Segundo as associações médicas, os pais podem esperar eventos adversos comuns em outras vacinas, dentre febre, dor no corpo ou no local de aplicação, mal-estar e cansaço. 

Os sintomas que devem alertar os pais para a necessidade de avaliação médica são febre persistente por mais de três dias, dor no tórax e dificuldade para respirar, quadros esses que são extremamente raros segundo os especialistas. 

Confira na íntegra o documento publicado pela SBIm, a SBP e a SBI. 

Tem alguma dúvida em relação a vacinação contra a Covid-19 em crianças? – Então clique no botão abaixo e agende uma consulta com a pediatra e neonatologista da Clínica Vivere Três Lagoas, Dra. Karina Moura Dias. 

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