Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo, e de acordo com os dados, 9,3% dos brasileiros são acometidos por algum de tipo de transtorno, os quais podem ser desencadeados por fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, ou ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades.
Para os médicos psiquiatras da Clínica Vivere Três Lagoas, Dra. Larissa Ormeneze de Freitas (CRM/MS 9376 – RQE 5192) e o Dr. Eder Caloi Barro (CRM/MS 9374 – RQE 5266), o transtorno de ansiedade é um problema de saúde pública, sendo caracterizado por alguns sintomas físicos, que surgem como resposta natural do nosso organismo que nos alerta sobre uma situação de perigo.
“Os sintomas da ansiedade são muito variáveis. Entretanto é comum relatos como batimentos cardíacos acelerados, suor excessivo, tremores, dor no peito, tontura, falta de ar e dificuldade de concentração. Todos esses sintomas, quando presentes, tendem a causar uma situação de pânico entre os pacientes, que muitas vezes confundem o episódio com um ataque cardíaco, por exemplo, por isso a importância de reconhecer a doença em si e saber como lidar com ela em momentos de crise” – afirmaram os médicos.
De acordo com os psiquiatras, apesar do desconforto causado pelos sintomas, a crise de ansiedade pode sim ser controlada, para isso é necessário o diagnóstico assertivo acompanhado de orientações médicas. Contudo, existem algumas dicas práticas e funcionais, que podem ser colocadas em prática em momentos como esse, visando aliviar os sintomas e sanar a crise. Confira!
4 dicas para controlar a ansiedade sozinho
Os psiquiatras alertam ainda, que é normal que uma crise dure em média de 15 à 40 minutos, e apesar da intensidade dos sintomas é importante ter em mente que a crise irá passar, ou seja, ela é passageira e você não irá parar no hospital por conta dela, basta colocar as dicas em prática e insistir nelas até que a crise de ansiedade passe.
“Portanto, os sintomas da ansiedade são passageiros, sendo perfeitamente possível controlá-los. Todavia, o acompanhamento médico especializado é fundamental, pois quando não tratada, a crise pode piorar e gerar impactos negativos na qualidade de vida do paciente” – finalizaram.
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