Quando o corpo humano manifesta sinais de alerta, como a febre, é natural que os pais sintam-se apreensivos, especialmente quando se trata de crianças. A febre, muitas vezes, é um sinal de que algo não está bem em nosso organismo, compreender as causas e saber agir de maneira adequada é crucial nesses momentos.
Por isso, a
Dra. Karina Moura (CRM-MS 6956 / RQE 3906 - RQE 4083),
pediatra especialista em neonatologia em Três Lagoas, contou suas valiosas orientações ao Portal Hojemais, para esclarecer dúvidas e oferecer tranquilidade aos pais diante da febre infantil.
Segundo a médica, é preciso calma para lidar com a criança, apesar de significar algo e demandar cuidado, a febre não é motivo de urgência, mas sim de alerta em relação a saúde dos pequenos.
“Primeiramente, temos que ter em mente que só é considerado febre acima dos 37,7ºC. Na maioria dos casos, a criança pode receber cuidados em casa, no entanto, se a febre persistir por mais de 3 dias ou a temperatura estiver acima de 38,5ºC, é recomendado procurar um médico e ajuda de profissionais” – explica.
A febre, de acordo com a Dra. Karina Moura, pode ser desencadeada por diversas razões, desde infecções comuns até reações a vacinas. Infecções estão entre as causas mais comuns, ocasionadas por vírus, bactérias ou fungos, ou até mesmo o nascimento dos dentes dos bebês.
O que fazer quando a criança está com febre?
As crianças podem ficar irritadas e sensíveis ao estarem com febre, então é indicado colocar roupas mais leves e frescas. Assim como oferecer líquidos durante o dia, ação importante para evitar a desidratação, e essa mesma lógica deve ser aplicada para a alimentação, com oferta de alimentos saudáveis caso ela apresente falta de apetite.
“O repouso é um fator essencial para que possa ter uma recuperação ainda mais rápida. Os pais precisam monitorar a temperatura da criança com um termômetro confiável, mas deve-se evitar a automedicação dos filhos” – expõe.
Isso porque a recomendação é que sejam medicadas apenas as crianças em que a febre está associada a desconforto, como o choro intenso, irritabilidade, redução da atividade, redução do apetite, distúrbio do sono.
“A febre acompanha uma série de sintomas que podem im
pactar o comportamento e o bem-estar da criança, se ela apresentar melhoras em relação a esses sintomas e permanecer ativa, envolvida em brincadeiras, aceitando líquidos e mantendo o padrão normal de urina, é possível controlar a febre em ambiente domiciliar, mediante observação atenta” – conclui.
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