Uma briga generalizada entre família terminou com todos na delegacia de Polícia Civil, após agressões físicas e várias ameaças na noite deste domingo (20) em Três Lagoas.
A Polícia Militar foi acionada ao local, e em contato com S. da S., de 41 anos, uma das acusadas de lesão corporal, ela relatou que possui uma residência na rua Darcy Pio no bairro Santos Dumont, que não estaria morando mais no imóvel, pois teria ganhando um apartamento no Condomínio Novo Oeste e teria deixado o filho responsável.
Ela explicou ainda, que por volta das 15h30min, foi ao endereço e no local, teria encontrado os pertences do filho fora do apartamento. Segundo a mulher, as roupas teriam sido retiradas sem sua autorização pelo irmão, V. da S., de 37 anos.
O fato gerou uma gerou uma confusão, pois após uma discussão entre parentes, a mulher do irmão, irmão, E.N.S.R., de 19 anos, passou a proferir xingamentos com palavras de baixo calão, momento em que se iniciaram as vias de fatos.
A mulher alegou aos policiais, que foi lesionada no supercílio direito por E.N.S.R. com uma faca e recebeu vários puxões de cabelo, chegando a perder certa quantidade.
Em continuidade, segundo ela, ainda foi ameaçada por E.C.S.R. que é irmã de sua cunhada, com os dizeres: "Eu sei onde você mora, vou pedir para meus irmãos te pegarem".
O OUTRO LADO
Segundo o seu irmão, a S.da S., chegou alterada no local, onde se iniciou uma discussão que evoluiu para vias de fato entre as partes, sendo que sua esposa possui uma lesão no dedo anelar da mão esquerda, e alguns arranhões no rosto, provenientes das agressões da irmã.
Já o filho da irmã, segundo o homem, ele proferiu as seguintes ameaças a ele: "Desta noite, ninguém passa. Vou matar todo mundo, nem que custe a minha vida".
No local, já não se encontravam os autores da ameaça, porém as partes evolvidas se deslocaram por meios próprios até a sala de elaboração de ocorrência, onde foi elaborado a OPM e entregue nesta Depac/TL.
Na unidade policial, o tio manifestou o desejo de representar contra o sobrinho em relação à ameaça. Já a mulher e a cunhada não manifestaram o desejo de representar criminalmente uma contra a outra.
