Quando a Jeep apresentou a linha Commander no final de agosto de 2021, falamos aqui na coluna que o desafio do maior e mais sofisticado modelo produzido pela marca aqui no Brasil era liderar o segmento de SUV com sete lugares, tendo como principais concorrentes os Toyota SW4 e Chevrolet Trailblazer.
Apontamos que o Jeep Commander, que com exceção da escolha das cores externas e internas o cliente não precisa definir mais nada quando compra o modelo, tinha potencial de sobra para alcança a liderança e isso já é um fato.
No acumulado do ano, até maio, o SUV da Jeep vendeu pouco mais de 8.000 unidades, enquanto o Toyota SW4 cerca de 5.500. O Chevrolet Trailblazer, com 1.050 unidades perdeu por pouco a terceira posição para o Mitsubishi Pajero Sport com 1.070 unidades.
A linha Jeep Commander é oferecida nas versões Limited e Overland, que podem ser equipadas com motorização turbo flex ou turbo diesel, ambas com transmissão automática.
Potência
O motor flex T270, que equipa a versão Overland avaliada pelo Hojemais Araçatuba , atende os requisitos do Proconve L7, tem 185 cavalos de potência, 270 Nm, sistema de tração 4x2, câmbio automático de seis velocidades e o Jeep Traction Control+.
A motorização turbo Diesel TD380, com torque de 380 Nm, possui 170 cavalos de potência e atende as normas do Proconve L7. Ele traz o sistema SCR de pós-tratamento de gases de escape, reduzindo a emissão de gases poluentes. Com isso, é necessário o uso do aditivo ARLA32.
As versões com esse motor vêm com sistema de tração 4x4 com reduzida, 4x4 Low, seletor de terrenos com três modos (Sand/Mud, Snow e Auto), HDC (Hill Descent Control), que auxilia o motorista em descidas íngremes durante percursos off-road e câmbio automático de nove velocidades da alemã ZF.
Independente da motorização, a versão de entrada Limited vem com rodas de liga leve de 18”, conjunto óptico Full Led e bancos em couro e suede preto e acabamento interno preto.
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