Cotidiano

Hojemais Araçatuba visita construção da nova ETA-4

GS Inima Samar investirá R$ 34 milhões na obra, que deve gerar 200 empregos e beneficiar 100 mil pessoas

Lázaro Jr. - Hojemais Araçatuba
18/08/20 às 20h00
Obras já tiveram início e previsão é de que sejam concluídas em 2 anos (Foto: Lázaro Jr./Hojemais Araçatuba)

O Hojemais Araçatuba visitou nesta terça-feira (18), a obra de construção da ETA-4 (Estação de Tratamento de Água), que é considerado um dos maiores investimentos em saneamento da história de Araçatuba (SP).

A reportagem recebeu convite da administração da GS Inima Samar, que é responsável pela obra que está orçada em aproximadamente R$ 34 milhões. A visita marca o início da construção.

Ela está sendo feita no terreno da sede administrativa da concessionária, na rua Baguaçu, com previsão de ser concluída em dois anos.

Quando entrar em funcionamento, provavelmente no final de 2022, será responsável pelo abastecimento de 100 mil habitantes, substituindo as ETAs 1 e 2, que ficam no mesmo terreno e possuem capacidade inferior.

De acordo com o diretor técnico da GS Inima Samar, Rondinaldo de Lima, a construção pode gerar, em média, 200 empregos diretos e indiretos.

Para garantir o abastecimento, as outras duas estações de tratamento serão mantidas como backup, para serem ativadas em caso de necessidade de manutenção na nova unidade.

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Capacidade

A ETA-4 vai utilizar o mesmo sistema de capitação do ribeirão Baguaçu existente hoje. Ela terá capacidade de captar 2.000 m³/h de água (ou dois milhões de litros de água por hora) e vai operar pelo sistema de tratamento convencional, como as demais unidades do complexo Baguaçu.

Serão construídos quatro módulos com capacidade de produção de 500 m3/h cada, compostos por filtros de tratamentos, floculadores mecanizados, decantadores e laboratório para análise de amostras e monitoramento da qualidade da água, além de sistema de desaguamento de lodo.

Vantagens

Como o sistema será totalmente automatizado nos processos de produção e distribuição da água, eliminará as perdas existentes hoje, que chegam a 5% da produção, e oferecerá maior eficiência energética e operacional.

Ela terá ainda uma estação geradora de hipoclorito, produzida a partir de sal marinho, mesmo sistema usado na ETA Tietê, que abastece grande parte da zona norte de Araçatuba.

Segundo Rondinaldo, o hipoclorito substitui o uso do gás cloro, mitigando possíveis riscos de operação.

Educação

No local também será feito um auditório para desenvolvimento de atividades de Educação Ambiental e haverá um programa de visitas para estudantes. O espaço será preparado com acessibilidade.

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