“Comecei dançando em discotecas e, como sempre, tive gana de conhecimento. Então, fui aprender a dançar em escolas de dança. A princípio, foi um desafio, mas com força de vontade e talento, superei os obstáculos que apareceram”.
“Comecei dançando em discotecas e, como sempre, tive gana de conhecimento. Então, fui aprender a dançar em escolas de dança. A princípio, foi um desafio, mas com força de vontade e talento, superei os obstáculos que apareceram”.
O relato é do bailarino e professor Júnior Zambon, de Araçatuba (SP), que na época citada acima, tinha apenas 14 anos. Hoje, com 50, a dança é sinônimo de vida para Júnior, que também é proprietário da escola Júnior´s Studio de Dança.
“A dança é o motivo pelo qual acordo todos os dias, é o meu objetivo, é a minha meta, é a minha alma; é onde eu encontro paz, ser quem sou (...); é atingir o Nirvana”.
A trajetória de pouco mais de 35 anos na dança rendeu prêmios ao araçatubense. O mais recente é na categoria “dança”, no prêmio Troféu Odette Costa, oferecido pela Secretaria Municipal de Cultural aos artistas locais.
O destaque veio por meio dos musicais “A pequena sereia” e “Mamma Mia”, e espetáculos de kpop e flashback (confira no final do texto mais matérias com outros ganhadores do prêmio).
Em 2013, ele já havia sido premiado pelo troféu, com o espetáculo Fosse & Gaga.
Júnior conta que é formado em balé clássico há 16 anos e dança jazz e flashback desde adolescente. Inclusive, as três áreas possuem cursos na sua escola de dança, que inaugurou há um ano e nove meses.
Musicais
De acordo com Júnior, o diferencial do seu trabalho está nos musicais que produz. “Dançamos e cantamos ao vivo. É algo que me enche de orgulho, pois vejo meus alunos se superando e mostrando todo o potencial que possuem”.
Neste ano, em novembro, o profissional conta que estreariam uma suíte do musical Aladdin, mas com a pandemia, teve que reprogramar para 2021, assim como outros projetos, incluindo Annie, outro espetáculo com dança, atuação e canto.
Também está planejando outras apresentações de kpop, prestigiando coreografias originais de clipes coreanos que são destaques, um projeto que se chamará Latina, com músicas pop com roupagem latina, e outro em homenagem ao grupo Abba.
Tendência
Atualmente, o professor explica que as pessoas que procuram sua escola têm interesses variados. Os mais jovens se dividem em dois grupos: os que preferem aprender coreografias inspiradas nas artistas Anitta, Ludmilla e outras cantoras do pop e funk, e os que gostam de kpop.
Já os adultos, vão em busca do jazz ou musical, enquanto o grupo mais velho, procura o flashback.