De uma apresentação aberta ao público, o evento passou a ter três neste ano, com grupos ou bailarinos de outras cidades. Entre os espetáculos, Böor destaca o nome do artista Marcos Abranches, que por meio do corpo pretende demonstrar as relações conflituosas do indivíduo.
Outro espetáculo é da companhia de balê de Londrina (PR), com uma apresentação que conta a história do próprio grupo. “Com três espetáculos, pretendemos passar por linguagens do corpo distintas para que o público viva três experiências únicas”.
Descentralizando
No ano passado, a organização destaca uma movimentação de 4.500 pessoas, entre artistas e público. Nessa edição, a expectativa também é alcançar mais pessoas, por meio de atrações em locais descentralizados. Para isso, o festival resgatou duas ações que ocorreram em 2018, que são o "Dançando nas Ruas" e "Vias de Dança", que ocorrem em bairros e no terminal rodoviário urbano, no centro.
Outro ponto à favor são as parcerias com as academias da cidade nas atividades formativas, lembra o diretor.
O projeto é realizado pela Associata (Associação dos Artistas Teatrais da Região de Araçatuba), por meio de edital do Programa de Fomento à Cultura de 2019 da Secretaria Municipal da Cultura.
