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Justiça nega pedido de prisão domiciliar a Fabrício Queiroz

Ainda sem data definida, o mérito do habeas corpus será julgado pelo colegiado da 3ª Câmara Criminal

Karine Melo - Agência Brasil
20/06/20 às 12h32
Queiroz é investigado em um suposto esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio e lavagem de dinheiro (Foto: Polícia Civil/Fotos Públicas/Divulgação)

Na madrugada deste sábado (20) a desembargadora Suimei Cavaleiri, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, negou o pedido de substituição de prisão preventiva por domiciliar, feito pelo advogado Paulo Catta Preta ao ex- assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos- RJ), Fabrício Queiroz.

Como o processo está sob segredo de Justiça, a íntegra da decisão não foi divulgada. Ainda sem data definida, o mérito do habeas corpus será julgado pelo colegiado da 3ª Câmara Criminal.

Prisão

Na última quinta-feira (18), Queiroz, investigado em um suposto esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio e por lavagem de dinheiro, foi preso em Atibaia, no interior de São Paulo. A casa onde ele estava pertence a Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro. 

Segundo informações dadas pelo caseiro da propriedade à polícia, Queiroz estava no local havia mais de um ano.

No mesmo dia o ex-assessor foi transferido para o Rio de Janeiro, onde está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, conhecido como Bangu 8.

Por causa da pandemia de covid-19, Queiroz ficará isolado por 14 dias, em uma cela de 6m², com chuveiro, sanitário e pia.

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